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18/05/2021

Prefeitura de Cajueiro da Praia vai fechar acessos ao município por 10 dias

Foto: Arquivo/Revista Cidade Verde

A Prefeitura de Cajueiro da Praia, no litoral do Piauí, anunciou na manhã desta segunda (17) que vai fechar os acessos ao município durante um período de 10 dias como forma de conter o avanço de casos da Covid-19. A ação terá início na próxima sexta-feira, dia 21, e também atinge a praia de Barra Grande, uma das mais badaladas do litoral piauiense.

De acordo com o prefeito, Felipe Ribeiro (Republicanos), a decisão foi tomada após reunião do Centro de Operações Emergenciais. A ideia é controlar o fluxo de pessoas circulando no município, que já registra 471 casos e 18 mortes por covid-19.

"Iremos montar barreiras 24 horas, na entrada de Cajueiro e na entrada de Barra Grande, dois locais onde o vírus está espalhado, para tentar controlar a entrada e saída de pessoas e assim tentar diminuir esses dados de tanta gente contaminada com esse vírus", explicou o prefeito.

Ainda de acordo com o gestor, um decreto deve ser publicado nos próximos dias para regulamentar o fechamento das entradas do município, bem como outras medidas restritivas que deverão ser adotadas.

As ações de fiscalização também devem ser reforçadas nos estabelecimentos comerciais, de hotelaria e restaurantes, que estarão autorizados a funcionar, mas de forma restrita.

"Iremos estabelecer uma maior fiscalização da Vigilância Sanitária nesses estabelecimentos, para poder controlar esse fluxo de pessoas circulando em nosso município", destacou.

No início do mês de maio, a sede da Prefeitura Municipal de Cajueiro da Praia foi fechada após um surto de coronavírus entre os servidores. O prefeito Felipe Ribeiro, a primeira-dama Clara Ribeiro, secretários municipais, chefe de gabinete e professores lotados na sede foram infectados.

Em março, a prefeitura de Cajueiro da Praia também restringiu a entrada de pessoas na cidade para barrar o avanço da Covid-19.Na ocasião, apenas pessoas com domícilio na cidade foram autorizadas a ter acesso.


Natanael Souza
redacao@cidadeverde.com 

15/05/2021

Usuários do IAPEP estão sem acesso a exames em Parnaíba


Os servidores do estado do Piauí, usuários do IAPEP/IASPI não estão conseguindo fazer exames de imagens em Parnaíba e região tendo fazer particular ou se deslocar à capital Teresina. Atualmente na cidade poucos médicos atendem pelo IAPEP e apenas exames laboratoriais são possíveis.

Contribuindo com os servidores do estado na região da planície litorânea o Ambulatório de Especialidades Médicas do Hospital e Maternidade Marques Basto iniciou o processo de credenciamento de médicos e do centro de imagens junto ao IASPI (Instituto de Assistência e Previdência Privada do Estado do Piauí) para o atendimento pelo IAPEP/IASPI. Atualmente 5 especialidades médicas aceitam o plano do servidor, mas ainda não é possível a realização de exames e a ampliação de especialidades devido a dificuldade junto ao IASPI no processo de credenciamento.

“Estamos em constante contato com o IASPI, mas ainda não conseguimos resolver a situação do credenciamento de novas especialidades e do Centro de imagens. Os usuários do plano ainda estão sem poder fazer exames de imagens por conta dessa falta do credenciamento que não foi liberado pelo IASPI”, explicou Simony Cardoso, gerente do ambulatório.


Os usuários do plano IAPEP/IASPI reclamam da situação na cidade. “Estamos em uma pandemia, dificuldade financeira, tudo caro e ter que pagar um plano e ainda pagar por exame não dá. Pior é se colocar em risco de pegar esse vírus tendo que viajar para Teresina para fazer exame”, falou a servidora Ana Cardoso.

De acordo com Simony o Hospital aguarda a liberação do credenciamento pelo IASPI tanto para exames de imagem como para a ampliação de especialidades médicas.

AsCom

13/05/2021

Vacinação de gestantes e puérperas com AstraZeneca é suspensa no Piauí

Medida foi tomada após recomendação da Anvisa para suspensão da aplicação desta vacina em gestantes. Segundo a secretaria de saúde, esse público receberá doses de outros imunizantes.

Vacinação de gestantes e puérperas com AstraZeneca é suspensa no Piauí — Foto: Getty Images via BBC

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) interrompeu a vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades através da vacina da AstraZeneca/Oxford para Covid-19. O órgão informou, nesta quarta-feira (12), que continuará a imunização deste grupo por meio de outros imunizantes, Coronavac e Pfizer, mas com indicação médica.

A interrupção é uma orientação do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde (MS), após a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter recomendado, na segunda-feira (10), a suspensão imediata da aplicação da vacina contra Covid da AstraZeneca/Fiocruz em grávidas.


Na terça (11), a Sesapi havia recomendado às secretarias municipais que continuassem a imunização de grávidas e puérperas desde que houvesse orientação médica para uso da vacina AstraZeneca.

No mesmo dia, a Fundação Municipal de Saúde de Teresina comunicou que iria seguir a orientação da Anvisa e suspender a aplicação do imunizante em gestantes.

A Sesapi comunicou que as gestantes que já receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca/Oxford devem aguardar nota técnica do Ministério da Saúde com mais orientações sobre o assunto.

A secretaria informou ainda que o MS reforçou que a suspensão da aplicação da vacina AstraZeneca é limitada somente ao público de gestantes e puérperas e que os demais grupos podem receber o imunizante normalmente.

"O Ministério da Saúde deverá emitir nota técnica com mais esclarecimentos sobre a imunização no público de mulheres gestantes e puérperas, bem como orientações para o cumprimento do esquema vacinal daquelas que já fizeram a primeira dose com a vacina AstraZeneca", disse a Sesapi em nota.

"A suspensão da vacinação, em todo o Brasil, de mulheres gestantes e puérperas ocorre como precaução em meio à investigação de um óbito por Acidente Vascular Cerebral (AVC) de uma gestante de 35 anos que recebeu a vacina no Rio de Janeiro. A relação do óbito com a vacina não foi comprovada", informou a Sesapi.

Vacinação de grávidas e puérperas
Gestantes ou puérperas serão vacinadas com os imunizantes da Coronavac e Pfizer. A Sesapi informou que, para a imunização, as mulheres deverão comprovar suas comorbidades através de exames e laudo médico.

De acordo com a Sesapi, a vacina da Pfizer no momento é aplicada somente em Teresina, devido às condições necessárias para seu armazenamento correto, e a vacina da Coronavac/Butantan, no momento, está sendo aplicada apenas como segunda dose no estado.

O órgão disse que está aguardando uma nova remessa do imunizante para esta semana para que possa inserir novos grupos, já que as 13.300 doses recebidas no sábado (8) foram destinadas exclusivamente para aplicação da segunda dose.

Fonte: Portal G1 PI

11/05/2021

Gerente da panificadora Modelo em Parnaíba morre após complicações da Covid-19

(Foto: Reprodução)

A gerente da rede de panificadoras ‘Modelo’, filial Parnaíba, conhecida como Fátima Passos, veio a óbito após complicações ocasionadas pelo novo coronavírus.

De acordo com a imprensa local, a constatação do óbito se deu na noite desta segunda-feira (10/05). A informação foi confirmada através de publicação nos stories do estabelecimento.

Fonte: Portal Oitomeia.com

Prefeitura de Parnaíba inicia vacinação contra COVID-19 em idosos de 62 anos



Também serão vacinados alguns grupos prioritários acima de 18 anos, além de idosos entre 58 e 61 anos com comorbidades/deficiência permanente.

Dando continuidade ao Plano Nacional de Vacinação contra a COVID-19, a Prefeitura de Parnaíba inicia nesta terça-feira (11), mais uma etapa da vacinação contra a COVID-19.

Segundo o Gerente de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Charles Lima, a vacinação no município avança conforme o recebimento de doses por parte da Secretaria Estadual de Saúde, responsável pela divisão das vacinas recebidas do Ministério da Saúde, entre as cidades piauienses.

Nesta etapa serão vacinados os idosos com idade de 62 anos, além de pessoas com deficiência permanente e, idosos entre 58 e 61 anos com comorbidades, conforme critérios divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde. Confira:

De 18 a 59 anos

- Gestantes e puérperas com comorbidades;
- Pessoas com Síndrome de Down;
Acima de 18 anos
- Pessoas com Transtorno do Espectro Autismo (TEA)
- Pessoas com paralisia cerebral

08/05/2021

Prefeito Lucas Moraes testa positivo a Covid-19


O prefeito da cidade de Bom Princípio do Piauí, Lucas Moraes (DC) testou positivo para a Covíd-19 na manhã de ontem, sexta-feira (07/05), Lucas Moraes apresentou sintomas leves, procurou atendimento e confirmou a testagem para Covid-19.

Com isso, o prefeito Lucas Moraes está isolado, seguindo todos os protocolos de segurança, e seguirá em quarentena. Apesar do isolamento, o prefeito Lucas Moraes seguirá cumprindo as agendas e atividades administrativas de casa, de forma virtual.

Em conversa por telefone com o Blog Direto de Bom Princípio, o prefeito Lucas Moraes deixa claro que passa bem: “Eu não apresento sintomas graves. A partir de agora, sigo em isolamento cumprindo todos os cuidados médicos em minha residência e peço a população que permaneçam se prevenindo, pois o vírus está onde menos esperamos. Com fé em Deus vamos vencer mais essa batalha!”, declarou o gestor.

A prefeitura municipal de Bom Princípio do Piauí estará em funcionamento apenas com atividades internas, sendo suspenso o atendimento ao público. Todas as outras atividades do município continuarão, tanto os serviços da educação, quanto saúde e infraestrutura.

Os servidores que tiveram contato com o gestor também estão sendo monitorados e o gabinete passará pelo processo de higienização.

Fonte: Blog Direto de Bom Principio 

04/05/2021

Trabalhadores nascidos em fevereiro podem sacar auxílio emergencial

Parcela foi depositada no dia 9 de abril


Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em fevereiro podem sacar, a partir de hoje (3) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 9 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Fonte: Agência Brasil

03/05/2021

Governo começa a distribuir hoje lote de 1 milhão de vacinas da Pfizer

Imunizantes serão distribuídos a todas as capitais do país


O Ministério da Saúde começa a distribuir nesta segunda-feira (3), 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech aos 26 estados do país e ao Distrito Federal. A distribuição começa após pedido de estados e municípios, que solicitaram mais tempo para organizar o armazenamento do imunizante, que precisa ser mantido em temperaturas baixas.

No total, a pasta recebeu 1 milhão de doses na última quinta (29). Nesta remessa, serão enviadas 499,5 mil doses para a primeira aplicação, divididas de forma proporcional e igualitária entre todos os estados e Distrito Federal. As doses para a segunda aplicação serão distribuídas nas próximas semanas.

De acordo com o ministério, a vacina da Pfizer está sendo destinada para vacinação de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente. A comprovação das comorbidades pode ser realizada com exames, receitas, relatório ou prescrição médica, entre outros.

Armazenamento
A logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as suas condições de armazenamento, que difere dos demais insumos já adquiridos e distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, as doses estão armazenadas a uma temperatura de -90 graus Celsius (°C) a -60°C. Ao serem enviados aos estados, os imunizantes estarão expostos a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de 2ºC a 8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

Por causa dessas particularidades, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante se restrinja às 26 capitais brasileiras e ao Distrito Federal, de forma a evitar prejuízos e garantir o esquema vacinal de 12 semanas entre uma dose e outra.

Doses distribuídas
De acordo com nota do ministério distribuída hoje, a campanha de vacinação contra a covid-19, que começou em 18 de janeiro já distribuiu cerca de 70 milhões de doses, incluindo este lote da Pfizer, alcançando aproximadamente 43,7 milhões de brasileiros.

O andamento da vacinação no país pode ser acompanhado pela plataforma LocalizaSUS.

Fonte: Agência Brasil 

30/04/2021

Covid: Piauí recebe mais de 71 mil vacinas para 1ª dose de idosos e grupos da Segurança

Fotos: Sesapi

Para proporcionar a continuidade da vacinação contra a Covid-19, o estado do Piauí recebeu, na madrugada desta sexta-feira (30), 71.650 doses das vacinas, que ajudam no combate a doença. Todas as vacinas da 15°remessa enviadas pelo Ministério da Saúde são para a aplicação de primeiras doses.

As 71.650 doses fazem parte da 15ª remessa de vacinas para o combate da pandemia, sendo 70.250 vacinas AstraZeneca/Fiocruz, para a primeira dose de 48% do grupo de 60 a 64 anos e para 6% do público de forças de segurança e salvamento e para as forças armadas.

"Neste final de semana vamos realizar o envio para as regionais de saúde para que as mesma façam a entrega aos municípios, propocinando que estes possam dar continuidade a imunização da população", disse o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

Neste lote também foram incluídas 1.400 doses da vacina Sinovac/Butantan, destinada a vacinação 1% dos idosos de 60 a 64 anos.

Florentino Neto ressalta que "essa nova remessa e a demais vacinas que a Sesapi distribuirá vão proporcionar a vacinação de 100% do grupo de 60 a 64 anos".


Da Redação
redacao@cidadeverde.com

27/04/2021

Diretoria da Anvisa rejeita importação e uso da Sputnik V

Compra da vacina foi solicitada por estados e municípios


Os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (26). O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Os diretores da agência se reuniram, de forma extraordinária, para avaliar os pedidos de nove estados para a aquisição da vacina.

O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante. Ele se baseou em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa, que fizeram uma apresentação no início da reunião.

"Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos", afirmou o diretor-relator. O voto do relator foi seguido pelos outros diretores da agência.

A deliberação foi marcada dentro do prazo estipulado pela Lei n º 14.124/21, e de acordo com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que determinou a análise da questão dentro do prazo de 30 dias. Caso não houvesse essa análise por parte da Anvisa, a vacina poderia ser importada.

Os estados que tiveram seus pedidos avaliados pela Anvisa foram: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe, Pernambuco e Rondônia. Além desses, também estão com pedidos pendentes de avaliação, ainda dentro do prazo, os estados de Sergipe, Tocantins, Amapá e Pará, e os municípios de Niterói (RJ) e Maricá (RJ). Ao todo, esses pedidos somam 66 milhões de doses, que poderiam vacinar cerca de 33 milhões de pessoas, por meio de duas doses.

Antes da votação dos diretores, gerentes de três departamentos da Anvisa apresentaram seus pareceres técnicos contra a compra da Sputnik V. Os relatórios foram incorporados ao voto do diretor-relator, Alex Machado Campos.

Vírus replicante
Em sua apresentação, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, argumentou que os lotes analisados mostram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina, o que traz riscos à saúde. A tecnologia utilizada na fabricação da Sputnik V é a do adenovírus vetor. Por meio dessa técnica, o código genético do Sars-Cov-2, que é o vírus da covid-19, é inserido no adenovírus e este, ao ser administrado em seres humanos por meio da vacina, estimula as células do organismo a produzir uma resposta imune.

O adenovírus é um vírus que possui uma capacidade natural de replicação no corpo humano, mas quando utilizado como imunizante, essa capacidade de reprodução deve estar neutralizada, o que não teria ocorrido no caso dos lotes da Sputnik avaliados pela Anvisa.

"Um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave", disse Mendes. "Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik",

Esse procedimento, explicou o gerente-geral, está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral, de acordo com os parâmetros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e da União Europeia. Ele alertou que, uma vez no organismo humano, o adenovírus replicante poderia causar viroses e se acumular em tecidos específicos do corpo, como nos rins.

Documentação
Em outra avaliação, dessa vez sobre as empresas que fabricam a vacina, a Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa informou que não foi apresentado o relatório técnico de aprovação do imunizante russo para verificar o controle de qualidade na fabricação.

Por causa disso, a Anvisa analisou documentos próprios e de outras autoridades regulatórias internacionais e solicitou a realização de uma inspeção presencial em duas das empresas que fabricam a vacina na Rússia, a Generium e a UfaVITA. A inspeção no Instituto Gamaleya, que é o desenvolvedor da vacina, foi negada pelo governo russo. Essa inspeção foi realizada ao longo da semana passada por três técnicos enviados pela agência. Na visita, de acordo com a gerente de inspeção, Ana Carolina Merino, foram constadas não conformidades na fabricação da vacina, que impactam, entre outras, na garantia de esterilidade do produto.

"Neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado, tanto para o insumo fabricado pela Generium quanto pelos produtos acabados fabricados pela Generium e pela Ufa Vita, então a nossa gerência não recomenda a importação da vacina", afirmou.

Em outro parecer, a gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou haver falta de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. "Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos", afirmou.

Fonte: Agência Brasil

26/04/2021

BOM PRINCÍPIO DO PIAUÍ RECEBE MAIS 85 DOSES DA VACINA USADA NO COMBATE AO NOVO CORONAVÍRUS E 130 DOSES DA VACINA CONTRA A INFLUENZA (GRIPE)


Bom Princípio do Piauí recebeu na manhã de hoje, domingo (25/04), mais uma remeça de vacinas usadas no combate ao Covid-19. Dessa vez, 85 doses do imunizante usado no combate ao novo Coronavírus, chegaram ao município.

O município de Bom Princípio do Piauí, recebeu ainda, 130 doses de vacinas para a campanha contra a influenza (gripe), que será destinada ao público alvo o mais rápido possível, com o intuito de reduzir complicações, internações e mortalidades decorrentes de infecções causados pelo vírus da gripe, evitando ainda, um colapso de saúde em tempos de pandemia da Covid-19.

Público alvo da campanha contra a influenza:
*Crianças de 06 meses a 02 anos de idade;
*Crianças de 02 anos a 04 anos de idade;
*Crianças de 05 anos de idade;
*Gestantes;
*Puérperas.

Confira remeça de imunizantes usados no combate a Covid-19 enviadas ao município de Bom Princípio do Piauí:
*18 doses referentes a 2ª dose para idosos de 65 a 69 anos de idade;
*52 doses referentes a 1ª dose para idosos de 60 a 64 anos de idade;
*03 doses referentes a 1ª dose para pessoas com deficiência permanente grave maiores de 60 anos;
*03 doses referentes a 2ª dose para pessoas com deficiência permanente grave maiores de 60 anos;
*09 dose referentes a 2ª dose para policiais militares.

Até o momento, o município de Bom Princípio do Piauí recebeu o total de 1.155 doses da vacina, imunizante usado no combate ao novo Coronavírus. Sendo que 925 doses do imunizante já foram aplicadas seguindo os protocolos enviados pelo Plano Nacional de Imunização.


Segundo a secretaria municipal de saúde, todas as vacinas estão sendo aplicadas em pacientes da sede e zona rural do município, que integram o grupo considerado prioritário, como determina o Plano Nacional de Imunização.

AsCom - BP

Queiroga diz que inclusão de novos grupos na vacinação atrapalha o PNI

Ministro participou de audiência da Comissão Temporária da Covid-19


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (26) que a inclusão de determinados grupos por decisão de estados e municípios no programa de vacinação contra a covid-19 tem atrapalhado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. “Se nós respeitássemos o Programa Nacional de Imunizações conforme pactuado na [reunião] tripartite [União, estados e municípios], ele seria melhor”.

"É até um apelo que eu faço. Nós sabemos que, no afã de contribuir com a vacinação, às vezes, se pressiona para botar um grupo prioritário ou outro. Todos têm razão em querer ter a vacinação o mais rápido possível, mas, às vezes, isso atrapalha o nosso PNI. Então, fazer com que o PNI tenha as decisões pactuadas na tripartite mantidas e com que, nos municípios, nos mais de cinco mil municípios do Brasil, ele seja cumprido é um desafio para todos nós”, afirmou, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado.

Doses distribuídas e aplicadas
Queiroga criticou a polêmica entre doses distribuídas e as efetivamente aplicadas no país. Segundo o ministro, o vacinômetro do Ministério da Saúde aponta mais de 57 milhões de doses distribuídas e cerca de 37 milhões de doses aplicadas. Sobre a diferença de 20 milhões de doses, o ministro explicou que algumas são reservadas para segunda dose e estão guardadas. Disse ainda que outras não chegaram aos municípios, porque “há um retardo, um delay de cerca de 10 dias para que essas doses, uma vez entregues, sejam distribuídas para os municípios".

“O fato é que essa disparidade entre doses distribuídas e doses aplicadas tem gerado muita polêmica, muita polêmica em rede social, e tudo o que nós não precisamos neste momento é polêmica. Nós precisamos passar uma mensagem harmônica para a nossa sociedade”, ressaltou.

Óbitos
Sobre o Brasil já ter atingido este ano mais registro de óbitos pela covid-19 na comparação com todo o ano de 2020, o ministro da Saúde atribuiu ao fato da variante P1 do vírus, a de Manaus, ser mais contagiosa e também estar associada a uma maior letalidade. E defendeu a vacinação, aliada a outras medidas que considera fundamentais. “É claro que não é só a vacinação. Tenho, desde o primeiro dia em que assumi o cargo, reiterado a importância das chamadas medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras e o distanciamento social”, disse.

Fonte: Agência Brasil

24/04/2021

Lote com 47 mil doses de vacinas da Sinovac e AstraZeneca contra a Covid-19 chega ao Piauí


O estado do Piauí recebeu na tarde desta, sexta-feira (23), o 13º lote de vacinas contra a Covid-19. Foram 47.300 doses, sendo 8.800 das vacinas Sinovac/Butantan e 38.500 dos imunizantes da AstraZeneca/Fiocruz.

As vacinas Sinovac/Butantan serão destinadas para as segundas doses de 6% das forças de segurança e salvamento (405 doses) e para 22% do publico de 65 a 69 anos (5.887 doses), que estavam contemplado na pauta 12B. Vão também para 6% do grupo das forças de segurança e salvamento (405 doses), além de 1,26% dos idosos de 65 a 69 anos (1.306 doses), estes pertenciam aos grupos da pauta 11B.

“Recebemos, há pouco, mais 47 mil doses de vacina contra, estas doses contemplarão, em sua maioria, o público de 60 a 64 anos, possibilitando a continuidade da vacinação desse grupo, além do público das forças de segurança e salvamento e segunda dose de idosos de 65 a 69 anos. A distribuição aos municípios é imediata para que eles possam dar continuidade com a imunização da nossa população”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.


Nesta 13ª remessa, também estão inseridas as vacinas Instituto Butantan, destinadas para as primeiras doses de 0,2% do público das forças de segurança e salvamento (11 doses). Já as doses de AstraZeneca/Fiocruz contemplarão a primeira dose de 26% do público de 60 a 64 anos.

A Sesapi faz um alerta a população sobre a importância da complementação do ciclo de imunização, para isso se faz necessário receber a segunda dose da vacina. “Lembramos à população sobre a importância de tomar a segunda dose, para completar o ciclo de imunização, pois já foi comprovado em estudos que a imunidade só é efetiva após a segunda aplicação. Por isso fiquem atentos às datas de retorno no seu cartão de vacinação e ao calendário de seu município”, lembra a diretora de Vigilância em Saúde da Sesapi, Cristiane Moura Fé.

De acordo com os dados do Vacinômetro, da Secretaria de Estado da Saúde, 377.052 pessoas já tomaram as primeiras doses e 142.764 tomaram as segundas doses e completaram o ciclo de imunização.

Via: Portal 180
Com informações da CCOM

20/04/2021

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a covid-19

Não será permitida a venda em farmácias


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (20), em Brasília, a liberação para uso emergencial de dois medicamentos experimentais da farmacêutica suíça Roche contra a covid-19, desenvolvidos em parceria com a empresa de biotecnologia americana Regeneron.

Os remédios, contendo casirivimabe e imdevimabe (REGN-COV-2), atuam em ligação com a coroa do vírus de forma a impedir sua entrada nas células ainda não infectadas para replicar o material genético, controlando a doença.

A medicação é indicada especialmente para pacientes que estão em idade avançada, obesos, que tenham doença cardiovascular, hipertensão, doença pulmonar crônica, aids, diabetes, doenças respiratórias, doença renal crônica e doença hepática, entre outras comorbidades e que apresentam alto risco de desenvolver progressão para um quadro grave da covid-19.

Segundo a Anvisa, o medicamento será de uso restrito a hospitais, para uso ambulatorial, ou seja, para pacientes que apresentam sintomas leves da doença, sendo administrado somente com prescrição médica. O medicamento não é recomendado para uso precoce ou preventivo. Também não será permitida a sua comercialização ou venda em farmácias.

O coquetel foi liberado para ser administrado em pacientes a partir de 12 anos, que pesem mais de 40 kg, que não necessitem de suplementação de oxigênio e não apresentem o quadro grave da doença. A aplicação é intravenosa e deve ser administrada logo após a confirmação, por meio de teste viral, até dez dias após o início dos sintomas.

Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Silva Santos, o coquetel usa dois anticorpos monoclonais que trabalham para neutralizar o vírus, fornecendo “anticorpos extras” para os pacientes.

“A ideia desse produto é que nesses pacientes se mimetize o que seria a resposta imune natural dos anticorpos produzidos em células e que essa produção extra-humana de anticorpos ajude a promover a ação imunológica”, disse.

“[Mas] esse produto não é recomendado para quem já está na situação grave da doença. Para aqueles que já estão internados se observa uma piora no desfecho clínico quando administrado em pacientes hospitalizados com covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, acrescentou.
Redução de 70,4% na hospitalização

Santos apresentou dados das pesquisas dos medicamentos e disse que os resultados preliminares em pacientes ambulatoriais, desde o diagnóstico da doença até 29 dias após início do tratamento, mostraram uma redução de 70,4% na hospitalização ou morte relacionadas com a covid-19.

“O que a gente percebeu foi uma redução significativa e clinicamente relevante de 70,4% no número de pacientes hospitalizados ou morte por quaisquer causas quando comparado com o placebo”, disse. “Ele foi muito bem tolerado, tem um perfil de segurança aceitável.

O pedido para o uso dos medicamentos foi feito pela Roche em 1º de abril. A diretora da Anvisa e relatora do processo de liberação do medicamento, Meire Sousa Freitas, lembrou que ele já foi aprovado para uso emergencial pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, após apresentar bons resultados em pacientes com sintomas leves e moderados da covid-19.

A Anvisa aprovou um prazo de validade de 12 meses para os medicamentos, por se tratar de uso emergencial. A relatora lembrou que a agência também já liberou, em março, o uso do antiviral Remdesivir, produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences, para o tratamento da covid-19, e que a nova autorização vai ajudar a aliviar o sistema de saúde do país.

“A autorização emergencial desses anticorpos monoclonais oferece aos profissionais de saúde mais uma ferramenta no combate a essa pandemia”, disse.

Meire lembrou que a autorização é de uso emergencial, por se tratar de um medicamento ainda em desenvolvimento, e que o processo de aprovação do registro definitivo ainda precisa de mais pesquisas e investigação clínica.

Ela alertou ainda que não há pesquisas tratando da aplicação de vacinas contra a covid-19 em pacientes que foram submetidos ao novo medicamento e que a recomendação é de que o paciente deve aguardar um período de 90 dias após a administração do medicamento para tomar a vacina.

“Atualmente não há dados sobre a segurança e eficácia das vacinas autorizadas pela Anvisa em pessoas que receberam esses anticorpos monoclonais como parte do tratamento da covid-19. Portanto, antes de se vacinar o paciente deve ser avaliado pelo médico”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

Butantan recebe insumo e fabricará mais 5 milhões de vacinas CoronaVac

Laboratório chinês enviou 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo


O Instituto Butantan recebeu hoje (19) insumos para a fabricação de mais 5 milhões de doses da vacina contra a covid-19. Os 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA) foram enviados pelo laboratório chinês Sinovac, de Pequim, na última sexta-feira (16). O material foi transportado por um avião da companhia aérea Turkish Airlines, que fez escala em Istambul, na Turquia, e em Dakar, no Senegal, antes de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos hoje.

O Butantan já entregou 40,7 milhões de doses da vacina CoronaVac para serem aplicadas em todo o Brasil pelo Programa Nacional de Imunizações. Até o fim deste mês, a instituição deve finalizar o primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde para disponibilização de 46 milhões de doses.

Em São Paulo, segundo o último balanço do governo estadual, já foram aplicadas 8,8 milhões de doses, sendo 2,9 milhões da segunda dose, o que fecha o ciclo de imunização.

Fonte: Agência Brasil 

19/04/2021

Prefeitura de Parnaíba inicia vacinação contra gripe nesta terça (20)


A Prefeitura de Parnaíba, inicia nesta terça-feira (20), a vacinação contra a gripe (vírus influenza). Segundo o Gerente de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Charles Lima, neste primeiro momento serão imunizadas, crianças (06 meses a menores de 06 anos), gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto).

A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde do município, sem necessidade de agendamento. É necessário apresentar documento de identificação, cartão do SUS e caderneta de vacinação.

A vacina não protege contra três tipos de vírus influenza, responsáveis por síndromes gripais e síndromes respiratórias agudas graves.

AsCom - PHB

Pacientes renais são vacinados em Parnaíba após pedido do vereador André Neves


Atendendo a uma solicitação do vereador André Neves, os pacientes renais crônicos que fazem tratamento na cidade de Parnaíba foram imunizados contra o covid-19. A vacinação ocorreu na Clínica Unirim, onde cerca de 100 pessoas realizam seus tratamentos de hemodiálise.

O pedido para inclusão dos pacientes renais no grupo prioritário chegou ao vereador André Neves através da enfermeira Milena Gurgel, que presta atendimento na Clínica Unirim. Prontamente, foi apresentado requerimento na Câmara Municipal para viabilizar o processo de vacinação.

O vereador André Neves se disse satisfeito por saber que os pacientes renais necessitam de atenção especial neste momento de pandemia. “Agradecemos também à gestão municipal, na pessoa do prefeito Mão Santa e daqueles que fazem a Secretaria de Saúde, por ter nos atendido”, disse.

AsCom 

17/04/2021

Secretaria Municipal de Saúde reúne profissionais com foco na melhoria da saúde mental em tempos de pandemia


A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Central de Controle, Avaliação, Regulação e Auditoria, realizou nesta sexta-feira (16) uma reunião focada no aconselhamento aos profissionais para melhoria da saúde mental e bem estar em temos de pandemia.

Na ocasião, secretária municipal de Saúde, Leidiane Pio Barros, levou aos servidores presentes a mensagem do prefeito de Parnaíba, Mão Santa, sobre os princípios básicos do serviço público. São eles: competência, honestidade, economia, lealdade e espírito público.


A reunião contou com a participação do NASF. Segundo o coordenador Júlio César Cunha, o propósito é somar esforços para a melhoria dos atendimentos na atenção básica em saúde no município, com uma equipe formada por profissionais das mais diversas especialidades.

Supcom - PMP

14/04/2021

Queiroga anuncia 15,5 milhões de doses de vacina da Pfizer até junho

Anúncio foi feito após reunião do comitê da covid-19


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou hoje (14) que a Pfizer vai antecipar, para o primeiro semestre, a entrega de 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 para o Brasil. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega 100 milhões de doses até o final do ano.

Com a antecipação, segundo Queiroga, estão garantidos 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o presidente da Pfizer, Albert Bourla, e pediu a antecipação dos imunizantes.

“Trago para os senhores uma boa notícia: a antecipação de doses da vacina da Pfizer, fruto de ação direta do presidente da República, Jair Bolsonaro, com o principal executivo da Pfizer, que resulta em 15,5 milhões da Pfizer já no mês de abril, maio e junho”, disse em pronunciamento após participar da segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Também participaram da reunião e do pronunciamento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ), representando o presidente da Câmara, Arthur Lira, e a enfermeira Francieli Fantinato, que foi anunciada por Queiroga como secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde.

Francieli é funcionária de carreira do Ministério da Saúde e atual coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Com essa indicação, sinalizamos que o nosso objetivo principal é fortalecer nossa campanha de vacinação”, disse Queiroga.

Imunização
De acordo com Pacheco, o cronograma de vacinas apresentado hoje pelo ministério prevê 520 milhões de doses de vacina em 2021, a maioria produzidas pelo Instituto Butantan (CoronaVac) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Oxford/AstraZeneca).

O senador pediu que o ministro atue junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para viabilizar a autorização de outros imunizantes, como a vacina russa Sputnik V, que será produzida no Brasil pela União Química.

O comitê também discutiu a utilização de parques industriais de produção de vacina animal para produção do imunizante contra covid-19. Segundo Pacheco, essa é uma ideia do senador Wellington Fagundes (PL-MT) que vem sendo trabalhada pelo governo federal. “Embora não tenha apelo de curto prazo, é uma possibilidade de médio e longo prazo muito eficiente para a autossuficiência de vacinas no Brasil”, disse o senador.

O deputado Dr. Luizinho apresentou ao comitê o projeto que está em tramitação na Câmara que prevê a criação da carteira de vacinação online. Segundo ele, a proposta é que o Ministério da Saúde crie um aplicativo que acabe com a distorção entre os números da vacina enviadas a estados e municípios e o número de doses aplicadas nos cidadãos.

“O nosso sistema de informação, infelizmente é muito ruim”, disse. “Parece que estados e municípios não estão aplicando, quando estão”, destacou. Na primeira reunião do comitê, em março, o presidente da Câmara, Arthur Lira, cobrou que governadores e prefeitos melhorem a gestão da informação para transmitir com mais precisão a quantidade de vacinas contra covid-19 que já foram ofertadas à população.

De acordo com Dr. Luizinho, entre a dose aplicada e a dose informada no sistema há um atraso de quase 15 dias, o que dá uma insegurança à população sobre os dados. A ideia é que, com o aplicativo, o próprio enfermeiro ou técnico que aplica a vacina faça a inserção da informação no ato da vacinação.

Segundo o deputado, além de corrigir as distorções, a medida possibilitaria a criação do passaporte verde da imunidade. A União Europeia, por exemplo, já apresentou o chamado Passaporte Covid para facilitar as viagens na alta temporada e apoiar o setor de turismo, que sofre dificuldades em virtude das restrições da pandemia, da lentidão da campanha de vacinação no bloco e dos riscos que representam as novas variantes do novo coronavírus.

Aquisição de vacinas e leitos
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse ainda que o projeto que autoriza a aquisição de vacinas pela iniciativa privada está encontrando resistência entre os senadores. “Estamos trabalhando no diálogo no Colégio de Líderes para avaliar a oportunidade de pauta do projeto no Senado”, disse. Na avaliação de alguns parlamentares, a matéria vai instituir uma fila dupla para vacinação no país.

De acordo com a Lei nº 14.125/21, pessoas jurídicas de direito privado, como empresas, podem comprar imunizantes para serem integralmente doadas ao Sistema Público de Saúde (SUS), enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Pelo novo projeto, que já foi aprovado na Câmara, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas compradas desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente; a outra metade deverá ser remetida ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a reunião, Pacheco também pediu ao presidente Bolsonaro a sanção do projeto de criação do programa Pró-Leitos, que prevê a possibilidade de empresas contratarem leitos de entidades privadas para uso do SUS no tratamento da covid-19. Em troca, essas empresas e pessoas teriam isenção no Imposto de Renda. O texto já foi aprovado pelas duas Casas parlamentares.

O presidente do Senado disse ainda que vai tratar com o governo sobre uma nova rodada de auxílio às santas casas e hospitais filantrópicos para o enfrentamento à pandemia. No ano passado, essas unidades, que participam de forma complementar do SUS, receberam um total de R$ 2 bilhões da União.

Outra sugestão, apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na reunião, é a criação de um programa de distribuição de máscaras de proteção facial para pessoas de baixa renda.

Confira o pronunciamento feito nesta manhã:
O comitê, criado em março deste ano, é composto pelos presidentes da República, Jair Bolsonaro, do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e, na condição de observador, por um representante do Judiciário. Também participaram do comitê o ministro da Saúde e outros integrantes do governo.

Fonte:  Agência Brasil

13/04/2021

BOM PRINCÍPIO DO PIAUÍ RECEBE MAIS 90 DOSES DE VACINAS USADAS NO COMBATE AO NOVO CORONAVÍRUS


Bom Princípio do Piauí recebeu na manhã de ontem, domingo (11/04), mais uma remeça de vacinas usadas no combate ao Covid-19, dessa vez, 90 doses do imunizante usado no combate ao novo Coronavírus, chegaram ao município.

As vacinas foram recebidas pela secretária municipal de saúde, Naiara Carvalho e pelo do coordenador da atenção básica, enfermeiro, Jeferson Araújo.

Confira remeça de imunizantes enviadas ao município de Bom Princípio do Piauí;

*50 doses referentes a 1ª dose para idosos de 65 a 69 anos de idade;
*32 doses referentes a 2ª dose para idosos de 70 a 74 anos de idade;
*04 doses referentes a 2ª dose para pessoas com deficiência permanente grave maiores de 60 anos de idade;
*03 doses referentes a 2ª dose para profissionais de saúde;
*01 dose referente a 1ª dose para pessoas com deficiência permanente grave maiores de 60 anos.

Segundo a secretaria municipal de saúde, todas as vacinas estão sendo aplicadas em pacientes na sede e zona rural do município, que integram o grupo considerado prioritário, como determina o Plano Nacional de Imunização.


Até o momento, o município de Bom Princípio do Piauí recebeu o total de 940 doses da vacina, imunizante usado no combate ao novo Coronavírus. Sendo que 640 doses do imunizante já foram aplicadas seguindo os protocolos enviados pelo Plano Nacional de Imunização.

CeCom - BP
 

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