20/01/2018

EM LUZILÂNDIA: Enquanto a maioria dos professores lutam de forma sensata pelos seus direitos, alguns poucos chamam gestor e gestão de bandidos em áudio.

Azul do satanás... Hipócritas... Palhaços... Entre outras, são palavras de uma “PROFESSORA

Desde que os salários dos servidores de Luzilândia da educação, entraram em atraso. Caso semelhante a muitas cidades em todo o Estado do Piauí, e até mesmo órgãos do governo estadual. Uma polêmica se acirrou. Em todos os tempos, a classe trabalhista tem resguardado pelas legislações em vigor, a garantia de cobrar seus direitos, contra isto não à contestação. Porém para tanto existem os sindicatos, as organizações através das quais são mediadas as formas de realizar este processo, o que não priva o cidadão esclarecido de buscar por si só o que lhe é de direito.

Porém com base, em jurisprudência, isto deve ser feito com “A FORÇA DO DIREITO, MAS O DIREITO DA FORÇA" jamais, pois este não é legal.

Embora a situação, já tenha ganhado rumos de solução, uma onda de ESCANDALOS e HORRORES, tem se disseminado principalmente nas redes sociais. A maneira como alguns tem se manifestado através de postagens no Facebook e até com áudios reproduzidos em grupos de Whatsapp, tem sido baixa e vergonhosa, principalmente porque, muitos são professores. Em Luzilândia, alguns tem se mostrado desconhecedores do que pode muito lhes complicar, reiterando o direito de cobrar, a situação é outra. Postagens e áudios com xingamentos têm se alastrado a toda hora, o uso até mesmo de ferramentas como fake news, tem acontecido como mostram as imagens.


Isto não parece ser cobrança de direito, mesmo quando o problema já tomou caminho de solução, é ataque desequilibrado, e depreciação do nome, da moral e do caráter do outro, principalmente de um gestor municipal e a gestão, com passividade de ação judicial seria, com ganho de causa garantido.

Este tipo de descontrole demonstra personalidade altamente depressiva.


Reproduções em áudio como as aqui, citadas, não atentam só contra a natureza da situação, mas contra as pessoas a quem são atribuídos os pejorativos.

Não precisa muito contexto jurídico, apenas sob a luz do ART.42 do CDC, que proíbe claramente a cobrança por força, e reprime o vexame o que seria a cobrança vexatória. E alguns juristas entendem que esse comportamento em tese, geraria a nulidade do direito de cobrar, pleiteando por outras jurisprudências, e ainda encaminhada uma ação judicial, o assunto se agravaria e corroboraria para uma séria indenização por dolo a imagem.

A categoria de professores de Luzilândia é descendente e Extremamente exímia em suas demandas, mas alguns poucos, não têm feito jus a esta conduta ilibada, como visto na indecência das postagens e falas grosseiras em áudios.


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