03/08/2017

Falta de informação pode levar ao sacrifício de cães com calazar


Nas ruas de Parnaíba é muito comum a presença de cachorros, bem como nos quintais das residências. O animal é predileto quando é segurança em casa. Mas os animais são alvo de da Leishmaniose Visceral Canina (LVC), conhecido calazar, que tem matado muitos cães. 

Eutanasiar o animal doente ainda é uma política muito comum no país, inclusive o agente de endemia Victor Dourado informou ao Portal Costa Norte, o Centro de Controle de Zoonoses, o CCZ, em Parnaíba faz o exame gratuito em poucos minutos na própria sede, na Rua das Palmeiras, 60, Bairro Catanduvas. Destacou ainda que o CCZ não faz tratamento em casos de constatação da Leishmaniose Visceral Canina. 

Segundo Nota Técnica do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério da Saúde “cabe ressaltar que o tratamento de cães com LVC não se configura como uma medida de saúde pública para controle da doença e, portanto, trata-se única e exclusivamente de uma escolha do proprietário do animal, de caráter individual”. 


O sacrifício de animais sororreagentes ou infectados não soluciona o problema, pois a doença é transmitida pelo mosquito palha. Os principais sintomas do cachorro infectado são reação no local da picada, dermatite seborréica, nódulos subcutâneos, crescimento exagerado das unhas, ausência de prurido, erosões e úlceras, especialmente nas pontas das orelhas e no focinho, entre outros. 


Com o diagnóstico de calazar, o cachorro não precisa ser mais sacrificado; pois há muitos serviços em clínicas veterinárias, mas valor ainda é um pouco alto. No caso de pessoas, duas já morreram de Leishmaniose no Bairro São Vicente de Paula. Nada de cachorros na rua ou doentes. Em Parnaíba, há registrados 19.118 cachorros e 8.600 gatos. Mais informações pelo número 9 9403 4817. 

Fotos: Pablo Portugal / Reprodução TV Costa Norte 
Fonte: Portal Costa Norte/Por Daniel Santos

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