De acordo com o delegado Genival Vilela, a vítima possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas, receptação e posse irregular de arma de fogo.
Homem baleado dentro de casa em Teresina não resiste aos ferimentos e morre no hospital - Foto: ReproduçãoUm homem identificado como Anderson Barroso da Silva, de 30 anos, morreu após ser baleado na porta da casa de uns amigos na noite de quinta-feira (05), na Vila Mocambinho I, zona Norte de Teresina.
Segundo o delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime teria sido cometido por volta das 20h30, após um ataque a tiros nas mediações da casa de amigos. Segundo relatos, um veículo branco se aproximou e um dos ocupantes efetuou diversos disparos de arma de fogo.
Delegado Genival Vilela, do DHPP - Foto: Lupa1A vítima Anderson Barroso da Silva chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Uma mulher que estava nas proximidades também foi atingida, sofrendo um tiro de raspão nas costas.
De acordo com o delegado, a vítima possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas, receptação e posse irregular de arma de fogo. Além disso, familiares já eram conhecidos do DHPP, já que o irmão da vítima responde a vários processos por homicídio e atualmente está preso.
“Estamos trabalhando para identificar os autores e esclarecer a motivação desse crime”, destacou Vilela.
O delegado informou ainda que a vítima foi atingida na região do peito, da perna e do braço direito, contabilizando pelo menos três disparos. O número exato, no entanto, será confirmado pelo laudo cadavérico. Sobre a mulher ferida, não há informações se ela possui algum parentesco com a vítima, apenas que reside nas imediações do local.
O delegado Genival Vilela também comentou sobre rumores de que a vítima teria participado de um ataque a um velório, ocasião em que tiros foram disparados contra um corpo e o caixão foi incendiado. Segundo ele, essa informação não procede.
“Essa vítima não estava entre os investigados nesse caso. Vamos apurar todas as linhas possíveis, inclusive se havia ameaças ou perseguições anteriores”, concluiu o delegado.
Fonte: Lupa1

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