16/04/2019

Acusado de assassinar Aretha não estava com problema mental, atesta laudo

Aretha Dantas foi assassinada por Paulo Aves em maio de 2018 Reprodução

Um laudo do Hospital Psiquiátrico Areolino de Abreu atestou que o acusado de assassinar Aretha Dantas não tinha problemas mentais quando cometeu o crime.

Assinado pelos médicos Juarez Lobo Bessa e José Heráclito Pereira Vale, o laudo afirma que Paulo Alves não estava com suas capacidades comprometidas quando desferiu várias facadas na cabelereira com quem mantinha um relacionamento, jogou o corpo em uma avenida e passou com o carro por cima dela.

O laudo constatou que Paulo agiu de forma premeditada, que ele não sofreu surto psicótico e que estava consciente dos seus atos.

O crime
A cabeleireira Aretha Dantas Claro foi encontrada morta a facadas e depois atropelada na avenida Maranhão, Zona Sul de Teresina, em maio de 2018. O caso gerou revolta em todo o estado. Paulo Alves Santos Neto se entregou no Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), um dia após o crime. 

Na casa dos acusado, policiais encontraram o carro usado no crime todo ensanguentado, uma faca, uma carta, entre outros objetos. A defesa dele alega que a polícia entrou na residência sem autorização.

Aretha foi esfaqueada cerca de 20 vezes no carro dele e seu corpo foi jogado na avenida e ainda passou por cima dela duas vezes com o veículo.

Paulo não aceitava o fim do relacionamento e alega insanidade mental. O processo está suspenso.

Provas invalidadas
Desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí tornaram inválidas as provas coletadas contra Paulo Alves dos Santos Neto, acusado de assassinar a ex-companheira Aretha Dantas. A família da vítima recebeu a informação com surpresa ficou indignada com a decisão.

Fonte: 180

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