20/11/2017

Baretta adverte que policial preso no caso Camilla não pode ser posto em liberdade


O Ministério Público do Estado do Piauí requereu a conversão da prisão temporária em preventiva do capitão da Polícia Militar, Alisson Wattson, suspeito de assassinar a namorada Camilla Abreu, 21 anos, no fim do mês de outubro. O coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, frisa que o investigado é de alta periculosidade e não pode ser posto em liberdade. 

"Ele está preso temporariamente e o Ministério Público solicitou à Justiça a conversão em preventiva. Já provamos que temos um indivíduo perigoso, que intimida testemunhas, que destrói provas. Ele não pode ficar no seio da sociedade enquanto a instrução não for concluída", ressalta Baretta. 

"A investigação provou que ele tentou destruir provas, lavando e tentando vender o carro, ocultando o cadáver", acrescenta o delegado.

Exames do Instituto Médico Legal (IML) apontaram que Camilla passou por um “intensivo sofrimento” antes de ser baleada. Foram apontadas lesões no tronco e em uma das pernas - na altura da tíbia- da vítima. 

Os laudos sobre a morte de Camilla devem ser entregues à Polícia Civil nesta segunda-feira (20) e serão anexados para a conclusão do inquérito policial. 

"São laudos de achado de cadáver, além de outros baseados nos exames feitos no carro, na manta que foi deixada no lava jato. Ele é de alta periculosidade", finaliza o coordenador da Delegacia de Homicídios.


Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

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