17/06/2017

Perícia conclui laudo sobre morte de bebê e vai apurar suspeita de picada de cobra

Janiel Guedes, diretor do IML, informou que foi descartada morte violenta do bebê de apenas dois meses que morreu na quarta-feira (14) em Monsenhor Gil.

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O instituto Médico Legal do Piauí concluiu nesta sexta-feira (16) a primeira análise do corpo de um bebê de apenas dois meses que morreu em Monsenhor Gil, distante 56 km de Teresina, na última quarta-feira (14). A perícia descartou morte violenta e há a suspeita de que a criança tenha sido vítima de picada de cobra ou outro tipo de intoxicação. O laudo acusará morte natural, em um primeiro momento.

Segundo o diretor do IML, Janiel Guedes, o corpo do bebê foi periciado e não há hematomas ou sinais de violência. Agora, uma segunda análise será feita com amostra de sangue da criança, para que algum tipo de intoxicação seja detectado ou descartado.

Segundo o diretor, o pai da criança informou aos peritos que deu um chá ao bebê antes de colocá-lo para dormir. Janiel não descarta que a morte tenha sido causada pelo alimento, por possível presença de material tóxico usado próximo ao chá - como veneno.

A suspeita de picada de cobra está sendo averiguada pelo horário noturno e local onde o bebê estava, na residência, quando morreu. Ele estava sozinho no quarto e, segundo o diretor, a cobra pode ter buscado abrigo no cômodo.

O Conselho Tutelar da cidade não foi acionado, mas os conselheiros souberam da situação e foram ao hospital municipal buscar informações sobre o caso. A conselheira Bernadete Almeida contou ao G1 que o médico que atendeu a criança na cidade relatou no atestado de óbito que o bebê morreu de causa natural.

A partir de agora, o IML possui 10 dias para concluir em definitivo o laudo que vai determinar a causa da morte. Amostras de sangue serão analisadas e o corpo do bebê foi liberado para a família.

O delegado Tomaz de Aquino é o responsável pelo caso e disse ao G1 que apenas após o recebimento do laudo com a causa da morte da criança vai definir uma linha de investigação.

Fonte: G1/PI

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