06/06/2017

Idosos têm vacinação gratuita garantida pelo SUS

São três vacinas incluídas no Calendário Nacional de Vacinação e mais duas oferecidas durante campanhas

Idosos devem procurar unidades de saúde com documento 
de identificação para ter acesso a vacinas
Divulgação/Prefeitura de Campo Verde (MT)
Cerca de 300 milhões de doses de vacinas ao ano são disponibilizadas pela rede pública de todo o País para combater mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias. A vacinação é uma das medidas mais importantes para promover a saúde, inclusive dos idosos.

No Sistema Único de Saúde (SUS), três tipos de vacina estão disponíveis para as pessoas a partir dos 60 anos de idade: hepatite B, dupla adulto (difteria e tétano) e febre amarela (apenas para idosos que estejam morando ou passando por áreas com recomendação de vacina).

Além da vacinação rotineira, outras duas vacinas importantes também poderão estar disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação para a população idosa. São elas a vacina contra a influenza e a pneumocócica 23-valente.

Para se vacinar, só é preciso levar um documento que comprove a idade. Caso o idoso possua carteira de vacinação e comprovantes dos anos anteriores, é importante levar para registrar as imunizações e manter os dados atualizados. Na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, é possível encontrar mais informações sobre saúde e fazer um registro das vacinações.

Entenda o esquema vacinal de cada uma das vacinas:
• Hepatite B: se a pessoa não tiver comprovação vacinal, a vacina será administrada em três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. O idoso com esquema vacinal incompleto receberá apenas as vacinas que faltam para completar o esquema.

• Difteria e tétano (dupla adulto): sem esquema ou com esquema incompleto para difteria e tétano, será completado o esquema de três doses, considerando as doses anteriores. Com esquema vacinal completo para difteria e tétano, é importante que a vacina reforço seja administrada a cada 10 anos.

• Febre amarela: para o idoso que nunca foi vacinado ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação e a necessidade de administrar uma dose, levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa faixa etária ou decorrentes de comorbidades, e o histórico vacinal. Saiba mais sobre a vacina da febre amarela.

• Vacina contra a influenza: pessoas com mais de 60 anos fazem parte do grupo prioritário de vacinação contra a gripe. Neste ano, a campanha vai até 9 de junho. A vacina contra influenza é segura e também é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe. 

• Vacina pneumocócica 23-valente: é administrada durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza nos indivíduos de 60 anos, e os não vacinados que vivem acamados ou em instituições fechadas, como casas geriátricas, hospitais, unidades de acolhimento ou asilos e casas de repouso.

Avanços
Com a oferta de vacinas dentro do Programa Nacional de Imunizações, o Ministério da Saúde conseguiu a erradicação do sarampo e a eliminação do tétano neonatal, além do controle de outras doenças imunopreveníveis, como difteria, coqueluche e tétano acidental, hepatite B, meningites, formas graves da tuberculose e rubéola, assim como a manutenção da erradicação da poliomielite.

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