13/02/2019

Idosa se passa por cadeirante e tenta sacar dinheiro de pessoa morta no Piauí

O caso aconteceu na tarde dessa segunda-feira (12), na Caixa Econômica Federal de Floriano, Sul do Piauí.

Idosa fingiu ser cadeirante e depois foi flagrada tentando fugir de delegacia — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma idosa que fingia ser cadeirante foi presa, em flagrante, dentro de agência bancária tentando sacar aposentadoria de uma pessoa morta há três anos. O caso aconteceu na tarde dessa segunda-feira (12), na Caixa Econômica Federal de Floriano, Sul do Piauí.

Segundo a polícia, a idosa estava na companhia de outra mulher, que não foi identificada e fugiu deixando a comparsa na cadeira de rodas dentro da agência. O golpe foi percebido pela funcionária do banco, quando as suspeitas solicitavam a segunda via do cartão para sacar o benefício.

"Nós tívemos a informação pela gerente do banco, que a acompanhante estaria utilizando documentos falsos, inclusive da idosa, para sacar R$ 27 mil na conta da pessoa morta. Passamos o dia inteiro aguardando a acompanhante que fugiu da agência retornasse para prendê-la em flagrante. Como ela não retornou, nós conduzimos a idosa e apuramos a participação dela ou se poderia ser uma vítima usada para aplicar o golpe", informou a delegada Nayana da Paz

Segundo a delegada, a idosa tinha consciência do crime e após interrogatório a suspeita foi vista em pé, tentando fugir da delegacia. A idosa foi autuada pela tentativa de estelionato e pela associação criminosa.

"Como ela apresentava as condições físicas de uma pessoa com deficiência, nós optamos de não colocá-la na cela até saber ter a certeza que ela era coautora do crime. Quando nós supreendemos ela estava caminhando em direção a porta da delegacia e provavelmente empreenderia fuga se não fosse impedida", contou a delegada.

Ao levantar a ficha da suspeita, a polícia descobriu que ela tentou aplicar o mesmo golpe na cidade de Piracuruca, com outro nome.

A delegada entrou em contato com a família da vítima e apurou que a aposentada tinha falecido há três anos. Os familiares também não tinham informação do valor retido na conta.

Fonte: G1/PI

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