06/02/2019

Família diz que deixou de velar corpo por falta de geladeira no IML de Parnaíba

Devido aos problemas da geladeira do IML, o corpo se decompôs e não pode ser velado.

Família deixa de sepultar corpo por falta de geladeiras no IML de Parnaíba

Funcionários do Instituto Médico Legal de Parnaíba informaram que uma família da cidade de Madeiro, no Norte do Piauí, deixou de fazer o velório do corpo de um parente porque o corpo da vítima se decompôs devido à falta de geladeira no IML. O diretor do IML, Laurentino Caland, diz que o local não dispõe ainda das geladeiras de congelamento que conservam os corpos por um longo período.

Familiares de José Francisco Agostinho relataram que o corpo dele foi removido na sexta-feira (1°) para o posto avançado do IML em Parnaíba e se decompôs durante o fim de semana, após a realização da necropsia. Eles relatam que o corpo estava em estado avançado de putrefação e, por conta disso, não foi possível realizar o velório. A funerária que levou o corpo para o cemitério confirma a informação.

Corpo foi encaminhado para o IML de Parnaíba — Foto: Patrícia Andrade/G1

O diretor do Instituto Médico Legal (IML) diz que na unidade há uma geladeira que está funcionando, mas segundo ele, o equipamento não tem capacidade para conservar corpos por muito tempo.

“Nós temos uma geladeira que conserva corpo durante poucos dias e temos a geladeira de congelamento que são as câmaras frias. Estas não estão funcionando porque necessitam de uma estrutura melhor de energia para seu funcionamento”, disse.

Laurentino Caland explicou ainda que a geladeira de congelamento só será instalada depois da visita de um técnico que fará um levantamento dos equipamentos que serão necessários para a instalação.

“Agora, a Eletrobras instalou um transformador e fez toda uma instalação elétrica que permitirá instalar a câmara porque ela consome mais energia. Amanhã, um técnico vem ao local fazer um levantamento elétrico e de alvenaria para sabermos o que precisamos usar. Assim que ele fizer o levantamento das informações acredito que até a primeira quinzena de março o problema será resolvido”, declarou.

Fonte: G1 PI

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