14/09/2018

Alunos são suspensos após briga em plena sala de aula; vídeo


Três alunos do 7º ano da Unidade Escolar Mercedes Costa, no bairro Promorar, zona Sul de Teresina, foram suspensos por três dias após se envolverem em uma briga iniciada com uma “brincadeira”, conhecida popularmente como “bacuri”. O caso aconteceu na última terça-feira (11) com a presença da professora em sala de aula e um dos estudantes envolvidos registrou tudo pelo celular.


Nas imagens, divulgadas nas redes sociais, é possível ver dois alunos trocando socos e tapas até caírem no chão e continuarem se agredindo, enquanto o outro filma o ocorrido. A confusão começou depois que um deles deu um “bacuri” - uma espécie de soco com as duas mãos fechadas de cima para baixo na cabeça de alguém que está distraído – no outro, que não gostou e reagiu acertando um soco no adolescente, começando a luta corporal entre eles. 

Dois dos adolescentes têm 14 anos e o outro tem 16. No momento da aula, de acordo com a bibliotecária da escola, Jose Dias, a professora estava de costas e não viu o início da briga. Jose Dias, que é do Conselho Gestor da Unidade, disse que todas as previdências estão sendo tomadas, como a suspensão dos alunos, conforme o previsto no regimento escolar. Ela acrescentou que o Conselho decidirá se eles serão expulsos, inclusive o que não se envolveu na briga, mas gravou o vídeo. 

“Segundo eles, isso é um prática comum. Para o núcleo gestor da Escola, nunca chegou nada com proporções preocupantes. Nesse caso, a escola verificou in loco o caso, porque estávamos próximo da sala que aconteceu, na área externa, então fizemos a abordagem aos que estavam brigando e separamos os dois, eu e a professora de Educação Física. Trouxemos para a direção e aplicamos a primeira medida que foi a suspensão”, explicou Jose Dias. 



Ela acrescentou que as famílias foram comunicadas, mas somente duas deram retorno sobre o fato. Ainda de acordo com ela, o aluno que recebeu o “bacuri” não apresenta mal comportamento, mas os outros dois sim, conforme o livro de ocorrência dos alunos.

“Vamos aguardar o resultado da reunião do conselho escolar que vai determinar o destino do aluno, se vão dar a transferência a eles para outra escola ou não”, concluiu a bibliotecária.

Lyza Freitas
redacao@cidadeverde.com

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