Presidentes de conselhos municipais, de associações de moradores, líderes comunitários, representantes de movimentos estudantis e diretórios universitários, juntamente com o prefeito Mão Santa e seu secretariado, reuniram-se na manhã desta terça-feira (11), no auditório da Prefeitura de Parnaíba para discutirem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2018.
A audiência pública durou mais de duas horas, quando a população civil organizada teve a oportunidade de reivindicar suas principais demandas e apresentar os projetos pretendidos para suas comunidades. O prefeito Mão Santa abriu a audiência falando sobre austeridade, transparência na administração pública e imparcialidade. Realizado pela Superintendência de Planejamento e pela Secretaria de Gestão, o evento oportunizou ponderações sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias e também discutiu a questão do Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Entre as principais reivindicações do público presente, foi pedida a construção de um semáforo no início da Ponte Simplício Dias da Silva, do lado da Ilha Grande de Santa Isabel, melhorias para o Abrigo São José, projeto social para os filhos dos catadores de lixo do Aterro Sanitário de Parnaíba, construção de um centro de artesanato, além da recuperação das vias de acesso ao Chafariz, Catanduvas e Rancharia.
A presidente da Associação de Moradores do bairro Frei Higino, Aparecida Ferreira, lembrou do esquecimento gradativo ao longo das gestões anteriores acerca do trabalho dos presidentes de associações de moradores e pediu a Mão Santa um olhar atencioso para todos eles. A mesma solicitação foi feita por José Mário, que lidera a Associação de Moradores do Tabuleiro.
“As dificuldades diárias que enfrentamos são muito grandes e não temos sido compreendidos. Estava pensando em entregar o cargo, mas quando Mão Santa foi eleito minhas esperanças se reacenderam e esperamos que agora a Prefeitura dê o suporte necessário para as associações”, disse Mário.
De acordo com o superintendente de Planejamento, Anísio Neves, o próximo passo será catalogar todas as sugestões da população e montar um documento o mais próximo possível das necessidades da população. O município tem o prazo de até o dia 30 de abril para enviar as conclusões para o Tribunal de Contas do Estado.
ASCOM - PMP