17/07/2017

Júnior Gualberto e Alciomar Neto no Escrever Sem Fronteiras do Sesc Caixeiral



O próximo encontro promovido pela Plataforma Escrever Sem Fronteiras irá reunir os escritores Júnior Gualberto e Alciomar Neto, que vão discutir sobre a poética de Júnior, autor de vários textos publicados na Plataforma. 

O encontro, que ocorrerá dia 22 de julho, às 18h, no Sesc Caixeiral, tem entrada gratuita e visa promover e estimular a escrita literária de autores locais, assim como o fomento da leitura e discussão sobre os mais diversos gêneros literários. 

Conheça um pouco sobre o escritor convidado: 
Marciano Gualberto Andrade Nascimento Júnior, mais conhecido como Júnior Gualberto, nascido em Parnaíba, é estudante de História, escreve poesias românticas e poesias marginais embasadas em teóricos como Friedrich Nietzsche, Michel Foucault e Gilles Deleuze. Entusiasta da filosofia de Nietzsche, procura potencializar seus pensamentos e o devir dos lugares por onde anda, afinal, essa é sua maior meta: efetuar potências positivas e lutar pelos seus ideais. 

Junior é autor de muitas poesias, dentre elas Relatos de uma Subjetividade Amorosa, Dores da Existência, Nietzsche e Eu, Linhas que Salvam, Concílio com a Liquidez Profunda do Parnaíba, Devires da Parnaíba, Ao te Descobrir, Gritos do Gueto, Surtos da Alma, Preço do Sonho, Água e Sal e muitas outras. 

Saiba mais sobre o mediador: 
Alciomar Fonseca Neves Neto, poeta, ativista cultural, às vezes cronista e advogado, é parnaibano de 28 anos. Começou a escrever aos 14 anos, influenciado pelo contato com a literatura de Augusto dos Anjos no ensino médio. 

Seu primeiro contato impactante com a literatura foi aos 10 anos de idade, com a leitura da obra de Da costa e Silva. A soma de todos esse fatores, junto as influências filosóficas de Nietzsche e Kierkegaard, fizeram com que o autor criasse uma obra de poemas densos, intimistas, e trabalhar conceitos humanos, como as inquietações e vicissitudes. Seu trabalho já foi elogiado por poetas de diferentes estados e por conterrâneos de renome nacional, como Ithalo Furtado e Diego Mendes Sousa. Seu primeiro trabalho, publicado virtualmente, intitulado Meia-taça de Cinzas, trabalha de forma poética a história do poeta-narrador e suas inquietações, de dentro de uma visão existencial. Hoje a obra do autor vem evoluindo para uma poética mais observadora, fazendo construções e desconstruções do mundo a sua volta, de forma simples, porém inquieta.

Fonte: Assessoria de Comunicação 

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