Sérgio Luiz Bezerra Monteiro Júnior foi sequestrado em março de 2023 no Centro da capital.
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Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) em Teresina — Foto: Lucas Marreiros/g1
Mariana Raissa de Sousa Neves foi condenada a 10 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Teresina por participação no homicídio de Sérgio Luiz, de 21 anos.
A Justiça também determinou o pagamento de R$ 50 mil à família da vítima. Mariana seguirá presa e não poderá recorrer da decisão em liberdade.
Sérgio Luiz desapareceu em 21 de março de 2023, após ser abordado por membros de uma facção criminosa na Praça da Bandeira, no Centro de Teresina.
A investigação apontou que o jovem foi levado a um casarão abandonado. Em maio de 2023, 3 suspeitos foram presos, mas o corpo nunca foi localizado.
Os jurados consideraram que Mariana teve participação menor no homicídio. Ela foi absolvida das acusações de ocultação de cadáver e de integrar organização criminosa.
Uma mulher identificada como Mariana Raissa de Sousa Neves foi condenada a 10 anos de prisão por participação na morte de Sérgio Luiz Bezerra Monteiro Júnior, de 21 anos. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri de Teresina na terça-feira (10).
Além da pena de prisão, a Justiça determinou o pagamento de R$ 50 mil aos familiares da vítima, por danos causados pelo crime. Mariana permanecerá presa e não poderá recorrer da condenação em liberdade.
Relembre o caso
Sérgio Luiz desapareceu em 21 de março de 2023 após ser abordado por integrantes de uma facção criminosa na Praça da Bandeira, no Centro de Teresina.
Segundo a investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ele foi levado para um casarão abandonado na Avenida Lisandro Nogueira e nunca mais foi visto.
Em maio daquele ano, o DHPP prendeu três suspeitos de envolvimento no caso. Na época, a polícia informou que havia indícios de que o jovem havia sido assassinado.
Durante o julgamento, os jurados entenderam que Mariana participou do homicídio e que o crime foi cometido por motivo torpe e com uso de dissimulação. Eles, no entanto, concluíram que ela teve participação menor no caso.
A acusada também respondia por ocultação de cadáver e organização criminosa, mas foi absolvida dessas acusações. Os jurados entenderam que ela não participou da ocultação do corpo e não integrava o grupo criminoso investigado.
Fonte: G1/PI