30/01/2026

A operação segue até o dia 6 de fevereiro e tem como objetivo garantir a proteção do ciclo reprodutivo da espécie.

Segundo período do defeso do caranguejo | Foto: Ascom/Semarh

O segundo período de defeso do caranguejo-uçá começa, neste domingo (1º), e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) inicia uma nova etapa de fiscalização ambiental nos municípios do litoral piauiense. A operação segue até o dia 6 de fevereiro e tem como objetivo garantir a proteção do ciclo reprodutivo da espécie, fundamental para a preservação dos manguezais e para a sustentabilidade da atividade pesqueira.

As ações serão concentradas nos municípios de Parnaíba, Ilha Grande, Luís Correia e Cajueiro da Praia, onde equipes de auditores ambientais da Semarh irão intensificar o monitoramento, orientações e fiscalizações, coibindo práticas ilegais como a captura, transporte, armazenamento e comercialização do caranguejo durante o período proibitivo.

Foto: Ascom/Semarh

Conforme o auditor ambiental da Semarh, Thiago Cardoso, a operação dá continuidade ao trabalho já realizado no primeiro período do defeso e reforça o compromisso do Estado com a preservação ambiental.

A Semarh, em continuidade às ações do período de defeso, estará presente na região norte, no litoral piauiense. Uma equipe de auditores estará intensificando as ações de fiscalização nesses municípios, e serão adotadas medidas sancionatórias caso seja constatado o descumprimento da portaria vigente, que visa assegurar a proteção do ciclo de reprodução da espécie, destacou.

O período do defeso é regulamentado por Portaria Interministerial MPA/MMA N° 45/26 e estadual e ocorre nos dias de maior atividade reprodutiva do caranguejo-uçá, conhecido como “andada”. Durante esse intervalo, qualquer intervenção humana que comprometa a reprodução da espécie é considerada infração ambiental, passível de sanções administrativas e outras penalidades previstas no Decreto Federal 6.514/08.

Foto: Ascom/Semarh

A Semarh reforça que a medida é essencial não apenas para a preservação da biodiversidade, mas também para garantir a manutenção da renda das comunidades tradicionais que dependem da pesca e do extrativismo de forma sustentável. Além da fiscalização, as equipes também realizam ações educativas junto à população local, promovendo a conscientização ambiental.

Fonte: Portal Meio News

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