02/11/2019

Mãe e companheira são presas suspeitas de espancar bebê de 1 ano no Piauí: 'chorava demais'

A criança continua internada com traumatismo craniano, em estado grave, no Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

Central de Flagrantes em Parnaíba — Foto: Kairo Amaral/TV Clube

A mãe e a companheira foram presas nesta sexta-feira (1º) suspeitas de espancamento de um bebê de 1 ano em Parnaíba, Litoral do Piauí. A criança continua internada com traumatismo craniano, em estado grave, no Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

Segundo a delegada Fernanda Paiva, os mandados de prisão foram solicitados à justiça devido a gravidade do caso e possível fuga das suspeitas. Elas foram presas em casa e encaminhadas para a Central de Flagrantes de Parnaíba.

"Inicialmente elas apresentaram a mesma versão de que a criança teria caído. Após a investigação confirmar que a vítima estava sendo torturada, uma delas confessou o crime e disse que praticava as agressões e maus-tratos porque a bebê chorava demais", revelou a delegada.

Conforme a delegada, as suspeitas não têm passagem pela polícia e não tinham sido denunciadas sobre as agressões. Elas devem passar por audiência de custódia neste sábado (1º).

Criança transferida pelo Samu aéreo

Bebê internada por suspeita de espancamento é transferida para Teresina em Samu aéreo — Foto: Gil Oliveira/G1

Na quarta-feira (30), a criança foi transferida do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda), em Parnaíba, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) aéreo com destino ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

A menina deu entrada no Heda no dia 21 de outubro. O estado de saúde dela é considerado grave, porém estável. Segundo a unidade de saúde, ela está entubada e com distúrbio hidroeletrolítico.

Ao G1, a assessoria do HUT informou a criança foi diagnosticada com traumatismo craniano, em estado de saúde grave, mantida em ventilação mecânica e em sedação.

O caso é acompanhado pelo Conselho Tutelar. Antes mesmo da prisão, foi solicitada uma medida protetiva para que a mãe não se aproximasse da criança e a aguarda ficou com a avó materna.

Fonte: G1 PI

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