03/08/2018

Michel Temer desembarca em Parnaíba para assinar ordem de serviço dos Tabuleiros

A expectativa é de gerar cerca de dois mil novos postos de trabalho na segunda fase do projeto

 
Foto: Alan Santos/PR

O Presidente da República, Michel Temer e o ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, desembarcaram nesta sexta-feira (03/08), na cidade de Parnaíba para a assinatura da ordem de serviço da segunda etapa do perímetro irrigado Tabuleiros Litorâneos. 




Temer foi recepcionado pelo prefeito de Parnaíba, Mão Santa e sua esposa Adalgisa. Várias autoridades políticas estão presentes, dentre elas, Antônio Avelino Rocha de Neiva, presidente da Codevasf. A solenidade aconteceu no próprio aeroporto.

O presidente destacou que a conclusão da obra vai geral cerca de 17 mil empregos.

"São duas ordens de serviço assinadas para concretizar uma obra que está há 11 anos paralisada e que vai trazer progresso nos Tabuleiros. Com isso, haverá uma geração de cerca de 17 mil empregos, que é importantíssimo", disse Temer em discurso.

Foto: Alan Santos/PR

A garantia de investimento federal para a segunda fase é de R$ 27 milhões. O objetivo é estimular ainda mais a fruticultura irrigada e ampliar o potencial de comercialização para mercados internos e externos, gerando novos empregos e renda na região. Ao todo, serão, aproximadamente, seis mil hectares irrigados, o equivalente a 430 lotes agrícolas destinados a pequenos produtores e cooperativas da região. A expectativa é de gerar cerca de dois mil novos postos de trabalho na segunda fase do projeto.

Foto: Alan Santos/PR

SOBRE OS TABULEIROS LITORÂNEOS
O Projeto Tabuleiros Litorâneos foi iniciado em 1989, ainda no Governo Sarney, com o objetivo de tornar a região Norte do Piauí um centro produtor por meio de sistema de irrigação moderno, semelhante ao que transformou Petrolina, no Pernambuco, num dos maiores produtores de frutas do Nordeste.

Foto: Alan Santos/PR

O projeto inclui uma área total de 9 mil hectares de área irrigada para produção de banana, acerola, coco, melancia, abacaxi, manga, goiaba e outras frutas. Atualmente, apenas 1.600 hectares dos 2.450 hectares da primeira etapa estão funcionando, com produção principalmente de acerola, banana, abacaxi, coco e melancia, que gera uma receita anual de R$ 34 milhões e 1.400 empregos diretos e 2 mil indiretos.

Alan Santos/PR 
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Fonte: 180

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