15/03/2018

Mulher morre carbonizada após esfaquear marido e atear fogo em casa no PI

Os crimes aconteceram na noite de quarta-feira (14) em Guadalupe, no Sul do Piauí.

Mulher morre carbonizada após esfaquear marido e atear fogo em casa no Sul do Piauí (Foto: Gleison Fernandes/Portal Cidade Luz)

Uma mulher morreu carbonizada na cidade de Guadalupe, no Sul do Piauí, na noite dessa quarta-feira (14). De acordo com o delegado Thiago Sales, a mulher morreu depois de agredir o marido com golpes de facão e atear fogo na residência.


“A polícia foi acionada por volta de 22h através dos vizinhos que relatavam o registro de uma tentativa de homicídio seguido de suicídio em um dos bairros de Guadalupe. Conforme os relatos, a mulher esfaqueou o marido que estava dormindo, mas ele conseguiu escapar e foi para o hospital em estado grave”, contou.

O delegado acrescentou que o marido teve alguns dedos amputados e foi levado em estado grave para Hospital da cidade e em seguida transferido para Floriano.

“Testemunhas disseram ainda que depois de agredir o marido, a mulher retornou para dentro da residência e ateou fogo no imóvel. Os vizinhos ainda tentaram socorrê-la, mas não conseguiram porque as chamas se alastraram muito rápido. Eles ouviram os gritos e não puderam fazer muita coisa, pois o fogo estava alto e consumia quase toda a residência”, informou o delegado.

Vizinhos disseram que tentaram socorrer a mulher (Foto: Gleison Fernandes/Portal Cidade Luz)

A polícia abriu inquérito para investigar o que aconteceu antes dos crimes, entretanto, vizinhos comentaram que era comum o casal discutir e que a mulher sofria de transtornos mentais. Esta mesma versão foi relatada pelo irmão da suposta agressora.

O delegado Thiago Sales afirmou que ouvirá testemunhas na manhã desta quinta-feira (15). O delegado disse ainda que moradores comentaram que não é a primeira vez que a mulher teria cometido um crime, pois há alguns anos ele teria jogado o filho pequeno dentro da Barragem de Boa Esperança, fato este não confirmado pelo delegado.

"Comentaram que ela já foi presa por matar o filho, mas ressalto que isso não aconteceu durante o tempo que estou respondendo pela delegacia. Cheguei em 2016 e desde então não registrei numa ocorrência semelhante, mas vou investigar se este assassinato é verdadeiro”, finalizou.

Fonte: G1 PI

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