09/06/2016

Família pede justiça em caso de homicídio ainda sem definição

Alessandro Pereira dos Santos 
Aos 15 dias de novembro de 2015 Alessandro Pereira dos Santos 34 anos, foi atingido no pescoço por uma bala, bala essa que o levou a óbito no dia 07 de dezembro de 2015. Segundo as primeiras informações sobre o caso dois homens em uma moto teriam efetuado o disparo no mesmo sem motivo aparente (informações repassadas pelo dono do bar e sua esposa), o que não se confirmou posteriormente. 

Logo após o ocorrido Alessandro foi levado ao HEDA e de imediato foi transferido para o HUT em Teresina devido a um traumatismo raquimedular-cervical por projétil de arma de fogo onde foi submetido a uma cirurgia de emergência para retirada do projétil, mas o mesmo não pôde ser retirado devido a sua complexa localização, entre a 4° e a 5° vértebra. 

Após 5 dias internado no HUT, Alessandro recebeu alta e retornou pra sua residência no bairro Cal, Ilha Grande. Como consequência do disparo o jovem ficou paraplégico. Mesmo em meio a tanto sofrimento a família não se conformou com as” meias” verdades ditas e com o passar o tempo a verdade foi aparecendo e já se sabe que não existiu dois homens em uma moto, existe uma culpada ,uma responsável( irresponsável ),onde a mesma segundo a polícia assumiu a culpa. 

E já se passaram 6 meses que uma filha perdeu a chance de crescer com o pai, que uma família deixou de estar completa e que amigos perderam as brincadeiras e risadas. Não fomos nós os causadores, mas só nós perdemos, a única coisa que ganhamos foi uma dor que não tem tamanho. Estamos insatisfeitos e revoltados, queremos uma resposta, queremos justiça, ele nos pedia pra não ficarmos calados caso ele viesse a falecer e não ficaremos, se já se sabe quem efetuou o disparo, onde ela mora, por que não prendê-la? Estão esperando ela matar outro pai, outro filho, outro neto, outro primo, outro irmão, outro sobrinho, outro amigo? 

QUEREMOS UMA RESPOSTA, QUEREMOS JUSTIÇA!

Reveja a matéria do caso publicada no Blog do Pessoa:


Por: Denílson Freitas/Blog do Pessoa

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