Polícia prendeu o suspeito nesta terça; ele é apontado como um dos administradores da facção, responsável por lavar o dinheiro proveniente do tráfico de drogas
Suspeito estava tentando vender uma metralhadora em um bar na orla da praia do Guarujá, litoral paulista
(Thinkstock/VEJA)
A investigação concluiu que, antes do incidente, Moura tentou negociar a arma — ele fugiu do local junto com as pessoas que estavam sentadas com ele na mesa do bar.
O suspeito é apontado pelos investigadores como um dos “agentes financeiros” do PCC. Ele era responsável por lavar o dinheiro da facção criminosa, comprando e vendendo apartamentos, lojas de automóveis e estacionamentos. A Corregedoria da Polícia Civil de Santos, que investigava o assassinato, identificou dez propriedades no nome do suspeito e apreendeu um Mustang e uma Harley Davidson nos endereços. Ele foi preso nesta manhã na casa dos pais no bairro de Aricanduva, na Zona Leste de São Paulo.