CRIMINOSOS FIZERAM REFÉNS e chegaram a ameaçar colocar fogo nas vítimas; negam
Dois
homens foram presos na noite desta quinta-feira (26) acusados de
participarem de uma quadrilha que assaltou um veículo na cidade de União
e depois seguiu para assaltar residências na zona Rural de Teresina. O
jornalista Lucas Pereira, uma das vítimas, reconheceu os criminosos.
Segundo Lucas Pereira, o bando invadiu sua residência e fez toda sua família refém. No local, que também funciona um mercadinho, 12 clientes também foram mantidos sob a mira de armas. Conforme relatou em sua página em uma rede social, os criminosos levaram vários aparelhos eletrônicos, como notebooks, duas motocicletas, além de dinheiro.
Com a dupla, a Rone (Rondas Ostensiva de Natureza Especial) encontrou uma das motocicletas roubadas, além de um revólver calibre 38 com munição, segundo o capitão Fábio Abreu. Os dois negaram participação no arrastão e afirmaram ter "encontrado" a moto abandonada. Sobre a arma, um deles confessou que comprou a arma no "Centro". "De vez em quando lá tem um noiado [dependente químico] que aparece com uma arma para vender", afirmou o acusado, que disse ter gasto R$ 500 com o objeto.
Lucas Pereira contou que a quadrilha chegou a queimar plásticos e ameaçar colocar fogo no corpo das vítimas mantidas reféns enquanto os comparsas subtraiam os objetos. "Eles tem aqui para saber se foi a gente mesmo", falou o acusado preso.


Segundo Lucas Pereira, o bando invadiu sua residência e fez toda sua família refém. No local, que também funciona um mercadinho, 12 clientes também foram mantidos sob a mira de armas. Conforme relatou em sua página em uma rede social, os criminosos levaram vários aparelhos eletrônicos, como notebooks, duas motocicletas, além de dinheiro.
Com a dupla, a Rone (Rondas Ostensiva de Natureza Especial) encontrou uma das motocicletas roubadas, além de um revólver calibre 38 com munição, segundo o capitão Fábio Abreu. Os dois negaram participação no arrastão e afirmaram ter "encontrado" a moto abandonada. Sobre a arma, um deles confessou que comprou a arma no "Centro". "De vez em quando lá tem um noiado [dependente químico] que aparece com uma arma para vender", afirmou o acusado, que disse ter gasto R$ 500 com o objeto.
Lucas Pereira contou que a quadrilha chegou a queimar plásticos e ameaçar colocar fogo no corpo das vítimas mantidas reféns enquanto os comparsas subtraiam os objetos. "Eles tem aqui para saber se foi a gente mesmo", falou o acusado preso.
Fonte: Com informações do Bom Dia Meio Norte
