08/10/2018

Ciro Nogueira, PP, e Marcelo Castro, MDB, são eleitos senadores pelo Piauí

Progressista foi eleito para o terceiro mandato no cargo. Marcelo Castro deixa o cargo de deputado federal para assumir o cargo no Senado.

Marcelo Castro e Ciro Nogueira são eleitos senadores pelo Piauí — Foto: G1/Senado

Ciro Nogueira, do PP, e Marcelo Castro, MDB, foram eleitos neste domingo (7) senadores pelo Piauí para os próximos oito anos. Com 95% dos votos válidos apurados até por volta das 21h, os candidatos tinham 847.342 e 768.659 de votos respectivamente, o que correspondia a 29,80% e 26,93% dos votos válidos (confira a apuração completa no estado).

Neste ano o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país.

Ciro Nogueira está no cargo de senador há dois mandatos, presidente do Partigo Progressista (PP) desde 2013, ocupou o cargo de Quarto-Secretário durante o biênio (2011 a 2012), Terceiro-Secretário (2013 a 2014), na Câmara dos Deputados foi Segundo-Vice-Presidente (2005-2007) e Corregedor da Casa, Segundo-Secretário (2007-2009), Quarto-Secretário (2001 a 2005).

Marcelo Castro foi ministro da Saúde (2015-2016), três vezes eleito deputado estadual (1983-1995), cinco deputado federal (desde 1999), presidente do Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí (1995-1998), secretário estadual de Agricultura (1999-2001) e atual presidente da executiva estadual do MDB.

Campanha
Durante a campanha, Ciro Nogueira foi alvo de operação da Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão em dois endereços relacionados ao senador. Os mandados foram autorizados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada em inquérito que apura os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa supostamente praticados por empresários, políticos e doleiros.

O presidente nacional do PP é suspeito de receber R$ 1,6 milhão, divididos entre os anos de 2010 e 2014, para sua campanha eleitoral e para o próprio partido.

Fonte: G1 PI

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