Castro que é médico psiquiatra lembrou que a principal missão será a de tratar sobre o sub financiamento da saúde e sobre a gestão da pasta

Ministro da Saúde Marcelo Castro (Foto: Globo.com)
O agora Ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB-PI) concedeu entrevista exclusiva ao programa Agora, apresentado pelo deputado federal Silas Freire (PR-PI) na TV Meio Norte e falou da missão de assumir a segunda maior pasta da administração pública do país.
Castro que é médico psiquiatra lembrou que a principal missão será a de tratar sobre o sub financiamento da saúde e sobre a gestão da pasta. Para ele, o compromisso de gerir recursos que atendem a demanda da saúde dos brasileiros também será tratado com prioridade.
“Saúde tem vários problemas, mas se nós pudéssemos centralizar são apenas dois os principais, que são a falta de recursos e a gestão. Temos que cuidar com atenção sobre essa questão do financiamento e da receita. Nós temos que ter uma maneira de elevar a receita, ninguém gosta de pagar imposto, mas nós temos que cuidar bem do dinheiro de cada um. Essa ideia que se difunde de dinheiro público na verdade não é bem assim. Esse dinheiro é daqueles que trabalham e entregam ao governo”, destacou.
O ministro também lembrou que em sua gestão não irá aceitar qualquer tipo de negligência ou corrupção, principalmente no que diz respeito aos recursos da pasta. Castro disse que ao se desviar dinheiro da saúde se compromete a vida de centenas de pessoas que deveriam ser atendidas.
“O governo não gera riqueza. Todo dinheiro público deve ser cuidado com rigor e zelo, centavo a centavo e quando esse dinheiro é da Saúde ele e sagrado. Nós estamos tratando de vidas, se o dinheiro é desviado ou não aplicado as pessoas morrerão. Então é nesse espírito que eu me preparo para assumir o Ministério da Saúde”, finalizou.
Marcelo Castro foi anunciado como ministro na manhã de hoje (02) durante pronunciamento da presidente Dilma Rousseff (PT) em Brasília. Questionado sobre a pressão que irá sofrer por setores da imprensa e dos partidos, ele destacou que não cederá a pressões da bancada para promover uma distribuição política das verbas do setor.
Fonte: O Olho