29/12/2017

'Reprovado no exame psicológico não deveria ser objeto', comandante da PM-PI após processos judiciais

Comandante da PM-PI diz que nesta semana recebeu 4 notificações de candidatos reprovados em exame psicológico. Soldado envolvido em morte de criança entrou na corporação depois de ser reprovado em exame.

Comandante da Polícia Militar faz balanço do ano e comenta crimes envolvendo militares

Em entrevista ao PITV 1ª Edição, o comandante geral da Polícia Militar do Piauí (PM-PI), Coronel Carlos Augusto disse que somente esta semana recebeu 4 notificações judiciais de candidatos não aprovados em concurso público para fazer curso de formação. O comandante comentou também a respeito da situação do soldado Aldo Dornel, envolvido na morte da menina Emile Caetano, na Polícia Militar.
“Recebi quatro liminares essa semana de quatro candidatos que não passaram no exame intelectual e prosseguiram no certame. Dois ficaram reprovados no exame físico e outra liminar garante ele. Os quatro foram para o psicotécnico e ficaram reprovados. Eu estou recebendo a determinação para eles fazerem o curso de formação dia 8”, comentou o comandante da PM-PI sobre os aprovados através de ordens judiciais.

Para o coronel Carlos Augusto a reprovação no exame psicológico não deveria ser objeto de ação judicial. “O fato é que tem um erro grave e não vamos fugir da nossa responsabilidade, mas alguém que é reprovado no exame psicológico não deveria ser objeto de ação. Há um técnico que diz que fulano de tal não tem a capacidade psicologica de exercer uma função que usa uma arma na cintura”, disse.

A respeito da situação do soldado Aldo Dornel, o coronel Carlos Augusto lembrou que a nomeação por ordem judicial aconteceu em 2010, mesmo reprovado no psicotécnico e seis anos se passaram para outra decisão em contrário. “Fomos notificados para cumprir a decisão e não fomos notificados até a presente data para descumpri-la digamos assim”, destacou o coronel. Segundo a Amapi há uma decisão judicial de 2016 contra a nomeação do soldado.

O comandante geral disse ainda que assim que for notificado da decisão judicial vai dar cumprimento. “Pedi aos meus assessores para consultar e tem recursos dele, que não se sabe se tem efeito suspensivo ou não. O Judiciário está em recesso e fiquei sabendo da suspensão pela Amapi, mas temos profundo respeito pelo judiciário”, afirmou.

Fonte: G1/PI TV 1a Edição

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