21/11/2017

Brasil atinge melhor resultado em três anos e gera mais de 76 mil vagas de trabalho

Com o desempenho revelado pelo Caged de outubro, País acumula 303,2 mil vagas criadas em 2017 e quebra ciclo de recessão e demissões


Como resultado da melhora da economia após uma série de medidas apresentadas pelo Governo do Brasil, o País registrou em outubro o melhor saldo positivo na geração de vagas formais de emprego. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (20) mostram que 76.599 postos de trabalho foram criados no período.

No acumulado do ano, 303,2 mil brasileiros conseguiram uma vaga formal de trabalho. Em igual período do ano passado, o cenário era outro. Em dez meses de 2016, mais de 730 mil pessoas haviam sido demitidas – um número que era ainda um reflexo de políticas adotadas em governos anteriores e que levaram a perda de muitos postos. Entre janeiro e outubro de 2015, o quadro também era negativo para o trabalhador, com mais de 786 mil postos perdidos.

Esse cenário, como mostram os números atuais do Caged, mudou. Depois de ações do governo para facilitar o acesso ao crédito, reduzir os juros, derrubar a inflação e reorganizar a forma de fazer negócios no Brasil, o País pode voltar a gerar emprego e renda. Apenas em outubro, três grandes ramos do setor produtivo avançaram no número de contratações.

Áreas e locais
Apenas o comércio criou 37,3 mil novos empregos, a maioria deles no comércio varejista. O atacado também apresentou bom desempenho, com 7,1 mil vagas. A indústria de transformação figurou em segundo lugar no mês, com 33,2 mil postos. De 12 ramos observados, 11 registraram crescimento do emprego. O setor de serviços também apresentou desemprenho positivo, com 15,9 mil vagas no mês.

Os dados mostram ainda que apenas cinco unidades da federação não registraram desempenho positivo. Por região o quadro também mostra uma recuperação disseminada do emprego. A região Norte criou 4,2 mil vagas em outubro; a Nordeste, 37,8 mil; a Sudeste, 13,5 mil; a Sul, 21,4 mil. O Centro-Oeste foi a única região onde houve retração, queda de 1,6 mil.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério do Trabalho

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