03/10/2017

Confiança empresarial atinge o maior nível desde 2014

Índice da FGV avançou nos quatro grandes setores analisados: comércio, serviços, indústria e construção

Maior contribuição para a alta do índice em setembro foi 
dada pelo comércio. Arquivo/Agência Brasil
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,3 ponto em setembro e atingiu 87,3 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva do índice, que agora atinge o maior nível desde dezembro de 2014 (87,6 pontos).

No mês passado, a confiança avançou nos quatro grandes setores analisados pela FGV. A maior contribuição para a alta de 1,3 ponto do ICE foi dada pelo comércio (0,6 ponto), seguida pelo setor de serviços (0,5 ponto). A indústria e a construção contribuíram com 0,1 ponto cada.

Já Índice de Situação Atual (ISA-E) cresceu 1,2 ponto em relação ao mês anterior, alcançando 82,9 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-E) avançou 1,0 ponto, para 93,8 pontos.

“O bom resultado do ICE em setembro mostra que a recuperação da economia ganha força, se dissemina entre os diferentes setores e se sobrepõe aos ruídos do ambiente político, responsáveis pela rateada do índice em junho. Um bom sinalizador de consistência da atual tendência de alta da confiança empresarial é a lenta mas contínua melhora da percepção sobre as condições correntes do ambiente de negócios”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do FGV IBRE.

Para a edição de setembro de 2017 foram coletadas informações de 5.033 empresas entre 1 e 26 de setembro. A próxima divulgação do ICE ocorrerá no dia 1º de novembro.

Indústria e serviços
Outros dois índices já divulgados pela FGV revelam que os empresários estão mais confiantes no ambiente econômico do Brasil. Em setembro, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 0,6 ponto frente ao mês anterior e chegou a 92,8 pontos, o maior patamar para o indicador desde abril de 2014, quando a confiança atingiu 97 pontos. O Índice de Confiança de Serviços (ICS), por sua vez, avançou 2,4 pontos e chegou a 85,6 pontos, o maior desde dezembro de 2014.

Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV

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