26/08/2017

A Comarca de Parnaíba realizou 228 audiências, sendo que estavam previstas 203.


A 1ª Vara Criminal de Parnaíba, com apoio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, em parceria com Ministério Público e Defensoria Pública do Estado do Piauí, concluiu com sucesso a 8ª Semana Justiça pela Paz em Casa, iniciada na segunda-feira (21/08) a fim de atender aos princípios de celeridade e prestação jurisdicional acerca da matéria específica de violência doméstica e familiar contra a mulher.

A Comarca de Parnaíba realizou 228 audiências, sendo que estavam previstas 203 e, portanto, resultando num percentual de 112% de processos analisados.

META 203
AUDIÊNCIAS REALIZADAS 228
RESULTADO 112%

Com o total envolvimento dos órgãos mencionados, nas figuras da Juíza Titular da 1ª Vara Criminal, Dra. Maria do Perpétuo Socorro Ivani Vasconcelos; o Juiz Auxiliar designado para o ato, Dr. Stefan Oliveira Ladislau; os Promotores de Justiça – Dr. Afonso Aroldo Feitosa Araújo e Dr. Ari Martins; as Defensoras Públicas – Dra. Ellen Carla Gomes Brandão e Dra. Dayana Sampaio Mendes Magalhães, ambas atuando em defesa dos direitos das mulheres bem como os Defensores Públicos – Dr. Leonardo Fonseca Barbosa e Dr. Gervásio Pmentel Fernandes, advogando em favor dos réus, conforme assegurado pelo princípio da ampla defesa processual.

É válido destacar que a atuação das autoridades citadas não se restringiu à atuação nas salas de audiências que se estendiam até por volta das 16 horas, diariamente, mas foi registrada através das falas das próprias mulheres atendidas, que em seus discursos relatavam o acolhimento com a proximidade e respeito.


Outro ponto importante, diz respeito à atuação do Núcleo Multidisciplinar Lei Maria da Penha de Parnaíba, composto por duas psicólogas e quatro assistentes sociais que se destacou mais uma vez com a maestria da “Sala de Acolhida” às mulheres, as recepcionando no espaço físico do Núcleo, preparado em ambiente refrigerado, com lanches e instalações sanitárias, proporcionado maior tranquilidade e segurança às mulheres que aguardavam o horário de audiência designado, sem o receio de encontrar com os réus pelos corredores do Fórum Salmon Lustosa.


Fonte: Núcleo Multidisciplinar Lei Maria da Penha de Parnaíba

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