24/07/2017

Juíza nega liberdade a agentes penitenciários presos em Parnaíba

A decisão da juíza de direito da 1ª Vara Criminal de Parnaíba, Maria do Perpétuo Socorro Ivani de Vasconcelos, é da última segunda-feira (17).

Juíza da 1ª Vara Criminal e Execuções Penais Drª Maria do Perpetuo Socorro Ivani de Vasconcelos

A juíza de direito da 1ª Vara Criminal de Parnaíba, Maria do P. Socorro Ivani de Vasconcelos, indeferiu pedido de revogação da prisão requerido por Marcelo Oliveira da Costa e Francisco José dos Santos, agentes penitenciários presos durante Operação Penitentes. A decisão é da última segunda-feira (17).

A defesa dos investigados alegou a possibilidade de responderam ao processo em liberdade, submetidos às demais medidas cautelares diversas da prisão. O Ministério Público se manifestou pelo indeferimento do pleito, em virtude persistência dos requisitos autorizadores da prisão.

Para a juíza, “os motivos originais que deram ensejo a restrição cautelar ainda prosperam, e a medida extrema continua a ser o entendimento mais adequado” e que “não se vislumbra que a garantia da ordem pública e a aplicação da lei penal estejam protegidas por outra medida cautelar, senão pela manutenção dos investigados em ambiente prisional adequado, uma vez preenchidos os requisitos da preventiva”.

Francisco José dos Santos, Marcelo Oliveira da Costa e José Maria Vieira Sobrinho, agestes penitenciários presos 
na Operação Penitentes.

Operação Penitentes.
A Polícia Civil do Piauí deflagrou, no dia 29 de junho deste ano, a Operação Penitentes na cidade de Parnaíba com o objetivo de dar cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão no município contra agentes públicos. A operação foi conduzida pelo delegado Laércio Evangelista, do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO).

Foram presos três agentes penitenciários: José Maria Vieira Sobrinho, Marcelo Oliveira da Costa e Francisco José dos Santos. Eles já eram conhecidos da polícia por facilitarem a entrada de telefones celulares e drogas dentro da Penitenciária Mista de Parnaíba. A prisão foi feita dentro da própria penitenciária.

Por Brunno Suênio/GP1 | Edição: Jornal da Parnaíba

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