31/05/2017

Estados recebem R$ 250 milhões para mutirões de cirurgias eletivas

Recurso foi liberado nesta segunda-feira (29) pelo Ministério da Saúde para garantir realização de procedimentos

Fila única deve, obrigatoriamente, estar atualizada e 
cadastrada junto ao governo federal
Divulgação/Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde liberou, nesta segunda-feira (29), R$ 250 milhões para que estados e municípios que possuem fila única de cirurgias eletivas possam promover mutirões dos procedimentos. A medida deve diminuir o tempo de espera dos pacientes.

São consideradas cirurgias eletivas procedimentos de média e alta complexidade, como pequenas cirurgias, cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa; cirurgias das glândulas endócrinas; cirurgias do sistema nervoso central e periférico; cirurgias das vias aéreas superiores, da face, cabeça e pescoço; cirurgias oftalmológicas e oncológicas; cirurgias do aparelho circulatório e digestivo; e cirurgias do aparelho osteomuscular.

Para receber o recurso, estados e municípios deverão, obrigatoriamente, estar com a fila única atualizada e cadastrada junto ao governo federal. A exigência agiliza e torna mais transparente o atendimento dos pacientes, que, muitas vezes, ficam sujeitos à lista de espera de um único hospital e deixam de concorrer às vagas disponíveis em outras unidades de saúde da região.

“Para organizar melhor todo esse processo, a fila única também estará vinculada ao CPF de cada paciente e o valor somente será pago ao gestor local após o procedimento ter sido efetivamente realizado”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O recurso extra será utilizado para ampliar o acesso e zerar as pendências de cirurgias eletivas no Brasil, mas cada gestão local deverá utilizar também os recursos regulares de média e alta complexidade, repassados pela pasta mensalmente para custeio de ações, serviços e procedimentos, incluindo as cirurgias eletivas, para todo o Brasil. Em 2016, o Ministério da Saúde repassou aos estados e municípios R$ 45,2 bilhões. Nos primeiros cinco meses deste ano, já foram R$ 19,4 bilhões.

Atualmente, existem pelo menos 800 mil de cirurgias aguardando realização. A especialidade responsável pela maior demanda é traumatologia e ortopedia (182 mil), com significativa expressão também para as cirurgias gerais (161,2 mil). 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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