07/03/2017

Mercado financeiro melhora ligeiramente previsão para o PIB em 2017

Dados do Boletim Focus mostram cenário mais favorável para este ano

Dados do Boletim Focus melhoram previsão para o 
PIB neste. ano Arquivo EBC
Diante de um cenário de queda nos juros e inflação controlada, os economistas do mercado financeiro voltaram a melhorar a previsão de crescimento da economia para este ano. A expectativa dos analistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 0,49% em 2017. Há uma semana, essa projeção estava em 0,48%.

As informações fazem parte do Boletim Focus, uma publicação semanal que reúne as projeções de cerca de 100 analistas. O Banco Central é o responsável por coletar os dados e divulga-los.

Para 2018, as previsões dos analistas para o crescimento da economia brasileira também foram melhoradas. Segundo o relatório, o mercado financeiro estima um avanço de 2,39% em 2018. Na última semana, a previsão era de uma alta de 2,37% e, há quatro semanas, o aumento previsto era de 2,25%.

Os analistas continuam a estimar que a inflação termine o ano 4,36%, ou seja, dentro da meta perseguida pelo Banco Central, fixada em 4,5% (podendo variar 2 pontos percentuais para cima ou para baixo). Em 2018, a estimativa é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique exatamente no centro da meta.

Juros
O mercado financeiro continua otimista com o cenário para os juros no País. A expectativa é de que a Selic fique em 9,25% ao ano. No último mês, a projeção dos economistas era de que a taxa ficaria em 9,50% ao ano. Em 2018, a estimativa é de que a taxa básica de juros fique em 9% ao ano.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os juros básicos caíram de 13% ao ano para 12,25%. O Banco Central atribuiu o corte ao melhor cenário para o custo de vida do brasileiro, além reformas econômicas implementadas pelo governo federal.

O Banco Central também reduziu, na última semana, a expectativa para a inflação no fim de 2017. Para a autoridade monetária, a inflação deve encerrar o ano em cerca de 4,2%, isto é, próxima do centro da meta e abaixo da expectativa do mercado financeiro. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

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