29/03/2017

Confiança da construção cresce ao maior nível desde 2015

Indicador que mede confiança do empresário da construção atinge maior nível em dois anos

Indicador atinge maior nível em dois anos e registra 
queda no custo do setor Tomaz Silva/Agência Brasil
A melhora nas condições econômicas voltou a influenciar positivamente um dos principais setores da economia. Em março, O Índice de Confiança da Construção (ICST) avançou 0,7 ponto sobre fevereiro e chegou a 75,1 pontos, maior patamar para o dado desde junho de 2015. Os dados foram divulgado nesta terça-feira (28) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a confiança do empresário da construção subiu 7,6 pontos. “A melhora das expectativas indica uma percepção dos empresários de que o cenário de queda da atividade da construção não deve persistir por muito mais tempo”, revela o relatório da FGV.

Segundo o documento, a alta do indicador foi fortemente influenciado pelas perspectivas de curto prazo do setor. O Índice de Expectativas cresceu 1,7 ponto, para 87,8 pontos, no maior nível desde setembro de 2014. Já o dado que mede o otimismo com os negócios variou 2,2 pontos, sendo que o índice que mede a situação atual da construção teve leve recuo de 0,2 ponto.

“A disposição de demitir nos meses seguintes tem caído continuamente. Embora isso ainda não tenha se traduzido em intenção de contratar, pode representar uma desaceleração do ritmo de queda no emprego”, aponta a entidade.

Custo do setor em queda
Assim como o custo de vida para o brasileiro vem caindo de forma consistente, a inflação do setor também apresentou uma alta de 0,36% neste mês, bem abaixo dos 0,53% registrados em fevereiro. Contribuiu para o resultado, a queda nos preços de materiais e equipamentos, que caiu de 0,47% em fevereiro para 0,24% em março.

O índice correspondente ao grupo de serviços caiu de 1,16% para 0,32%, sendo que o custo da mão de obra permaneceu no mesmo patamar do mês passado, 0,45%. Nos últimos 12 meses, o indicador de inflação da indústria acumula alta de 5,87%.

Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV

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