23/03/2017

Companheira de suspeito de atirar em major disse onde estava celular do PM




A companheira de Wallison Jhonatas Rodrigues de Sousa, 24 anos, foi conduzida à Delegacia de Homicídios e ouvida na tarde de ontem(22). Ela foi responsável por informar o local onde estava enterrado o celular do major Mayron Moura Soares e a arma usada em sua morte. 

O coordenador da especializada, o delegado Francisco Costa, o Baretta, disse que a mulher não será indiciada porque, dentre outras coisas, não obteve favorecimento pessoal com o crime. Segundo ele, ela tentou negar inicialmente, mas depois colaborou com a polícia. 

“Em depoimento ela disse que o Wallison enrolou a arma e o celular do major em uma sacola plástica e enterrou no quintal da casa da mãe dele, no Parque Poti. Nós fomos até lá e conseguimos apreender outros objetos”, afirmou Baretta. 

A polícia encontrou também uma escopeta de fabricação caseira, calibre 12 e munições para esta arma e ainda para revólveres calibre 38 e 45. Ele responderá além do latrocínio, do policial militar, por porte ilegal de arma de fogo e posse ilegal de munição de uso restrito. 

Wallison, foi conhecido como Candomblé, já foi encaminhado ao sistema prisional porque estava foragido pelo homicídio de Francisco Ibiapina Campos, ocorrido em 19 de janeiro deste ano. 

Candomblé se entregou no início da tarde de ontem na Delegacia de Homicídios. Ele confessou ter atirado contra o major Mayron no momento do assalto, na estrada da Usina Santana na noite da última terça-feira(21). Ele estava com Iranilson Pereira, que foi preso ainda na noite do crime e estava com uma tornozeleira eletrônica. 



Flash de Maria Romero
Redação Caroline Oliveira
redacao@cidadeverde.com

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